31 de out de 2016

Audi Q7 sofre recall após apresentar problemas nos bancos

Audi Q7 sofre recall após apresentar problemas nos bancos

Durante o processo de produção de um veículo, diversos cuidados são tomados para evitar que possíveis defeitos apareçam na fase final e acabem prejudicando o consumidor, podendo até mesmo colocar estes em risco. Porém, muitas vezes alguns detalhes acabam passando batido na hora da produção e só são percebidos durante o uso diário do veículo. Em situações como estas, para reparar os possíveis defeitos apresentados, as montadoras convocam recalls com os veículos envolvidos no defeito. E foi exatamente isso o que aconteceu com o Audi Q7, já que na última segunda-feira (24) a montadora anunciou uma chamada de recall envolvendo diversas unidades do modelo.

E é exatamente para que você saiba tudo sobre o assunto é que nós trouxemos aqui diversas informações sobre o recall envolvendo um dos veículos da marca.

Saiba mais sobre o recall do Audi Q7

Na última semana a Audi convocou um recall de 83 unidades do seu Q7 porque o veículo pode apresentar uma falha na terceira fila de bancos do carro. Segundo informações divulgadas pela montadora, a fila de bancos em questão pode se mover de maneira não planejada em caso de um acidente envolvendo o veículo. Os modelos envolvidos têm número de chassi entre 4M_018125 e 4M_062180. Ainda segundo informações divulgadas pela Audi, os modelos envolvidos são aqueles de motor 3.0 TFSI e que foram produzidos entre 30 de agosto de 2015 e 21 de abril de 2016.

Os bancos podem se deslocar em caso de acidente por conta da estrutura de fixação, que nos veículos convocados apresenta problemas. O problema pode acabar acarretando em danos físicos e materiais em caso de um acidente, principalmente se houver passageiros no banco em questão. Exatamente por isso, é importante que, caso você seja proprietário de um dos veículos que foram convocados pelo recall você agende o reparo gratuito na concessionária o quanto antes possível. O reparo em questão consiste basicamente na instalação de uma estrutura metálica, que vai servir de reforço para a estrutura com problema. O serviço pode ser realizado em qualquer concessionária da Audi e deve durar cerca de apenas uma hora. Caso você ainda tenha alguma dúvida sobre o reparo e sobre o agendamento, a Audi disponibilizou o telefone 0800 7772834. Aqui é válido ressaltar que o recall não tem prazo de validade para ser realizado, ou seja, a partir do momento em que você foi convocado você pode ir em qualquer momento solicitar o reparo para a montadora. O conserto é completamente gratuito, já que este é resultado de um problema causado pela própria montadora. Por mais simples que possa parecer, todo e qualquer defeito apresentado pelo veículo pode ser perigoso, por isso é importante que você realize o conserto o quanto antes para evitar colocar em risco não só você, como também os demais ocupantes do veículo. Afinal de contas, é preciso pensar que a segurança deve vir sempre em primeiro lugar. Qualquer problema que você possa ter com o agendamento ou com o conserto você pode denunciar a empresa no Procon e correr atrás dos seus direitos.
Na última semana a Audi convocou um recall de 83 unidades do seu Q7 porque o veículo pode apresentar uma falha na terceira fila de bancos do carro.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Recalls

Vídeo compila acidentes automobilísticos estranhos na Rússia

Vídeo compila acidentes automobilísticos estranhos na Rússia

Conteúdo em Vídeo
O Brasil é um dos países com mais acidentes de trânsito do mundo, mas a quantidade de registros de acidentes envolvendo os carros é muito maior em países como a Rússia. Isso acontece basicamente por todos os carros terem câmeras na parte da frente, que ajudam a monitorar as condições de trânsito como um todo.

O vídeo acima mostra basicamente um compilado daqueles que podem ser considerados como os acidentes mais bizarros que foram registrados por estas câmeras instaladas na parte da frente dos carros russos. Trata-se de uma verdadeira aula de como não se comportar no trânsito.
Câmeras instaladas na frente dos carros dos russos torna mais fácil este tipo de flagrante.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Golf Variant agora é Flex, mas perdeu DSG e suspensão multilink

Golf Variant agora é Flex, mas perdeu DSG e suspensão multilink



A única perua de porte médio vendida no Brasil passou por mudanças para se igualar ao irmão hatch nacionalizado. A Volkswagen Golf Variant, importada do México, teve alterações na suspensão, transmissão, no motor 1.4 TSI e também na lista de equipamentos de série. - Siga o AUTOPOLIS no Facebook- Leia mais notícias sobre a Volkswagen Dê […] The post Golf Variant agora é Flex, mas perdeu DSG e suspensão multilink appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

30 de out de 2016

Antes da nova geração, Tiguan ganha motor 1.4 por R$ 125.990

Antes da nova geração, Tiguan ganha motor 1.4 por R$ 125.990



Enquanto a Volkswagen concentra as forças no lançamento da nova geração do Tiguan na Europa, o mercado brasileiro recebe uma nova versão do veterano SUV. O atual Tiguan teve a produção transferida de Wolfsburg para Osnabruck, para atender mercados que ainda terão a antiga geração do modelo. - Siga o AUTOPOLIS no Facebook- Leia mais […] The post Antes da nova geração, Tiguan ganha motor 1.4 por R$ 125.990 appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

29 de out de 2016

Volkswagen lança motor 1.0 TSI de 125cv no Golf por R$ 74.990

Volkswagen lança motor 1.0 TSI de 125cv no Golf por R$ 74.990



Depois de provar aos consumidores que um motor 1.0 turbo é eficiente e, ao mesmo tempo, econômico com o Up TSI – e assim incentivar a criação de rivais como Hyundai HB20 Turbo e Ford New Fiesta EcoBoost – a Volkswagen dá um novo passo no mundo do downsizing com o Golf 1.0 TSI. - […] The post Volkswagen lança motor 1.0 TSI de 125cv no Golf por R$ 74.990 appeared first on Autopolis Portal.

Fonte: R7

28 de out de 2016

Hyundai Elantra 2017 tem preços a partir de R$ 84.990

Hyundai Elantra 2017 tem preços a partir de R$ 84.990

Novidades sempre agitam o mercado de automóveis e deixam os apaixonados por carros completamente loucos. Afinal de contas, novos modelos, reestilizações e novas motorizações atiçam o desejo de quem deseja um carro para chamar de seu ou mesmo um carro novo todos os anos, sem exceção. Isso porque é preciso que as marcas sempre apresentem novidades para manter o mercado movimentado, algo que nunca falham em realizar. E o lançamento da vez ficou por conta da coreana Hyundai, que anunciou o lançamento do seu novo Elantra para 2017, que vai desembarcar aqui no mercado brasileiro por preço e versão iniciais pelo valor de R$ 84.990. E é exatamente para que você saiba tudo sobre o lançamento da marca sul-coreana é que nós reunimos aqui diversas informações sobre o assunto, tudo para que você não perca um detalhe sobre a novidade.

Descubra o novo Hyundai Elantra 2017

A nova versão do sedã da Hyundai foi revelada pela primeira vez ainda no ano passado, mas só agora vem desembarcar por aqui. Em sua sexta geração, o Elantra aparece para 2017 com um novo visual de aparência mais moderna que se adequa à nova filosofia da marca e também ganha novos equipamentos de série, além de um surpreendente preço inicial mais baixo, tudo para que possa brigar de frente com outros sedãs disponíveis no mercado, como o novo Chevrolet Cruze e também com o Honda Civic. Na questão visual, as mudanças foram feitas para adequar o sedã à identidade visual que vem sido utilizada em outros veículos da marca. Para isso ele ganhou um para-choque de grade hexagonal com detalhes cromados, formas mais limpas sem os vincos que a geração anterior ostentava e uma nova linha de cintura, além de novos faróis espichados com projetores e luzes de uso diurno em LED, que são completados por faróis de neblina com formato bumerangue. Na parte interior do veículo, a aparência mais limpa e simples que foi adotada do lado de fora também se faz presente. Para isso, o painel ganhou uma aparência mais sóbria, um novo volante de três raios e também um painel de instrumentos que chega com um visual mais tradicional.

Porém, apesar da extravagância ter sido deixada de lado, a qualidade do acabamento do interior do veículo foi melhorada, com detalhes em alumínio e materiais que são macios ao toque. A novidade vai chegar nas concessionárias do Brasil em 3 versões diferentes. A mais básica é a que chega com preços mais baixos, por R$ 84.990 para brigar com outros sedãs do mercado. A intermediária, Special Edition, ganha alguns equipamentos em relação à anterior e aparece por R$ 103.990. Por fim, a versão topo de linha, batizada de Top, chega por aqui pelo valor de R$ 114.990.
A novidade vai chegar nas concessionárias do Brasil em 3 versões diferentes, chegando até R$ 114.900.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Vídeo mostra Hilux tendo problemas no chamado Teste de Alce

Vídeo mostra Hilux tendo problemas no chamado Teste de Alce

Conteúdo em Vídeo
A picape Hilux, da Toyota, falhou novamente no chamado Teste do Alce, que foi realizado na Suécia e que consiste em uma série de manobras bruscas de virada do eixo do carro. A ideia é testar a estabilidade do veículo, especialmente quando os motoristas precisam fazer este tipo de movimento em virtude de algum incidente.

A picape falou ao perder a estabilidade e quase capotar durante a realização da prova. O teste foi realizado com outras marcas, sendo que todas elas conseguiram fazer o percurso sem problemas, mas, na Hilux, o conjunto de pneus da parte dianteira perdeu contato com o solo. Parece que a montadora não conseguiu resolver o problema das últimas gerações para cá.
Problema se repete desde a geração de 2007 da picape.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Volkswagen Golf ganha motor 1.0 turbo flex por R$ 74.990

Volkswagen Golf ganha motor 1.0 turbo flex por R$ 74.990






Versão turbo tem o mesmíssimo visual do atual Golf de entrada atual, que mantém opção do 1.6 MSI flex aspirado Divulgação/Volkswagen Quatro meses após a Ford lançar o New Fiesta com o motor 1.0 mais potente do Brasil (125 cv), a Volkswagen apresenta, por preço similar, o Golf Comfortline 1.0 TSI, com iguais 125 cv. A nova versão chega às lojas em novembro por R$ 74.990. Membro da família EA211, o 1.0 turbo do Golf recebeu uma série de melhorias em relação ao utilizado pelo subcompacto Up (105 cv). A reforma garantiu os 20 cv a mais de força, e torque equivalente ao de motores aspirados de dois litros. O pequeno 1.0 de três cilindros possui injeção direta e desenvolve 125 cv e 20,4 kgfm com etanol. A aceleração de 0 a 100 km/h é cumprida em 9,7 segundos e o hatch médio atinge a velocidade máxima de 194 km/h. Os números são superiores aos do Golf 1.6 MSI, com 120 cv e 16,8 kgfm a 4.000 rpm. Para chegar aos 100 km/h, leva 10,4 s com câmbio manual, e 11,6 s segundos com a caixa automática tiptronic, ambos de seis marchas. Paradoxalmente, o Golf 1.0 não tem o mesmo consumo do Up 1.0 TSI. Com gasolina, o hacth médio faz 11,9 km/l na cidade, e 14,3 km/l na estrada. Com etanol, são 8,4 km/l na cidade e 10,1 km/l em ciclo rodoviário.

Sigla TSI aparece em destaque na tampa traseira, tal como na versão com o motor 1.4 turbo Divulgação/Volkswagen Itens de série O Golf Comfortline 1.0 TSI traz como equipamentos de série o volante com revestimento em couro, direção elétrica, ar-condicionado (manual), vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico e função de acionamento de um toque, travamento central por controle remoto, rodas de liga leve aro 16, freio de estacionamento com assistente de saída em ladeiras (Hill Assist), sensores de aproximação de obstáculos na dianteira e na traseira (Park Pilot) e retrovisores externos com ajuste elétrico, aquecimento, luz de seta integrada e função tilt-down, que abaixa o espelho em manobras de ré. Impressões ao volante Mesmo com tantas qualidades, inevitável o pequeno 1.0 não nos deixar reticentes diante do Golf. Mas uma vez sentado no banco do motorista, o acabamento de qualidade, a posição de guiar e o encaixe perfeito dos bancos já começam a influenciar. Giramos a chave no contato, engatamos a primeira marcha e seguimos em comboio ainda dentro das dependências da fábrica da VW em São Bernardo do Campo. Ali, em velocidade controlada, reduzida.

Cabine tem visual simples e poucos detalhes, mas acabamento é bem arrematado e tem texturas agradáveis Divulgação/Volkswagen Mal acessamos na rodovia e o acelerador é testado de verdade, em primeira marcha, causando grande surpresa. A resposta é imediata. Engatamos a segunda e a certeza de emoção é confirmada. Todo aquele preconceito vai embora com os quilômetros. Sim, é um pequeno 1.0, mas a diversão é garantida, aliada ao acerto da suspensão, que garante ótima estabilidade, mesmo em velocidades mais elevadas e em curvas acentuadas. A direção elétrica tem resposta adequada, deixando sempre o carro à mão. O câmbio manual é mais divertido para quem gosta das trocas, com engates precisos e eficientes. Mas quem não curte, nada poderá fazer, pois o propulsor 1.0 só será ofertado com a transmissão manual — nada de Tiptronic. Com a oferta inédita, a VW espera ampliar as vendas do hatch, mesmo com a categoria afetada pelo sucesso dos SUVs. O Golf é o vice-líder em 2016, com 4.469 emplacamentos, atrás apenas do Ford Focus (4.748). Perua Golf passa a ser flex, troca câmbio DSG pelo Tiptronic e perde suspensão multibraços Divulgação/Volkswagen

Tiguan enfim ganha o 1.4 TSI para ter preço melhor na base Divulgação/Volkswagen Golf Variant e Tiguan com 150 cv Junto com o Golf 1.0 TSI, a Volkswagen revelou novidades nas linhas 2017 da perua Golf do SUV Tiguan. A Golf Variant passa a ser flex e troca o câmbio DSG pelo Tiptronic de seis marchas. Já o utilitário enfim adota o motor 1.4 TSI na versão de entrada. O Tiguan 1.4 turbo tem tração 4X2 e câmbio automatizado DSG de dupla embreagem e seis marchas. Com o novo motor, emagreceu 84 kg e melhorou o desempenho. A aceleração de 0 a 100 km/h leva 9,4 segundos e a máxima é de 195 km/h. Para a station wagon, as mudanças são boas e ruins. O 1.4 turbo ganhou potência (150 cv) e passa a ser flex. Porém, agora vem acoplado ao câmbio Tiptronic no lugar do DSG. Já a suspensão traseira perde os braços múltiplos e adota eixo de torção. O novo 1.4 turbo flex desenvolve 150 cv (etanol e gasolina) na faixa de 4.500 rpm a 5.500 rpm. Seu torque máximo, de 25,5 kgfm, surge a 1.500 rpm e se mantém firme até os 4.000 rpm. Vale destacar que a versão 2.0 TSI continua a venda. Em ambos os modelos, a nova central multimídia Volkswagen App-Connect com o comando de voz são itens de série em todas as configurações. A perua também ganhou rodas de liga leve novas para a linha 2017.\ Volkswagen Golf Variant Comfortline 1.4 TSI flex A/T — R$ 101.880
Volkswagen Golf Variant Highline 1.4 TSI flex A/T — R$ 113.290 Volkswagen Tiguan 1.4 TSI flex A/T — R$ 125.990 Experimente o R7 Play e veja os programas da Record na internet

Fonte: R7

Peugeot aposta na mudança de motor dos modelos 308 e 408

Peugeot aposta na mudança de motor dos modelos 308 e 408

Na linha 2017, o Peugeot finalmente abandonará o modelo 2.0 dos motores nos seus carros 308 e 408. Os motores serão substituídos pelo modelo 1.6 THP. No ponto de vista, a decisão parece sábia para a marca, mas certamente para o ponto de vista econômico não é, já que ambos os modelos terão um acréscimo de valor graças a isso. Os novos modelos Peugeot 308 e 408 2017 possuirão exclusivamente um motor de 1.6 THP. Esse motor possui potência dede 173 cv. Ambos os modelos terão câmbio de 6 marchas comum conversor de torque novo, função de RDT, redução de consumo de 7.5% do combustível no modo Eco e ainda um modo Sport. Além disso, possuem um sistema novo de Hill Assist (assistente de colinas). Esse sistema permite que os freios sejam acionados por 2 segundos durante subidas e/ou descidas. Além disso, ambos os modelos 308 e 408 possuem versões exclusivas a serem vendidas para deficientes. O Peugeot 308 Allure Business THP e o 408 Business PRO THP terão seu valor em R$ 70.000. As semelhanças entre os modelos acabam aqui, então é será mais prático falar de forma individual sobre cada modelo que sofrerá mudanças agora.

Peugeot 308



Um modelo mais simples que o 408, porém, ainda possui suas particularidades. Seu modelo mais básico, o Allure, possui luzes diurnas de LED, volante em couro, juntamente com banco revestido em couro e tecido. Já seu modelo Griffe THP rodas aro 17, apoio lateral em braços nos bancos traseiros, espelhos iluminados nos para-sois, câmera para ré e sensor para estacionamento dianteiro.

Peugeot 408

O Peugeot 408 2017 possui dois modelos, o Griffe e o Business. Ambos sofreram um aumentaram os seus preços com a mudança de motor, agora o Griffe está sendo vendido com preços a base de R$ 90.600, enquanto o Business, relativamente mais barato em R$ 79.600. O Peugeot 408 Business THP virá equipado com piloto automático, comandos de rádio diretamente na colune de direção, e DRL.

Já o modelo 408 Griffe THP, possuirão airbags de cortina, juntamente a airbags laterias, um novo sensor de estacionamento dianteiro, câmera de ré, e faróis com acendimento automatizado com detecção de luz. Além disso, seu parabrisa também tem sensor automático para ligar assim que detectar chuva, seu ar-condicionado é digital e dual zone, e seus retrovisor interno é eletrocrômico. Possui teto solar, central multimídia no painel de controle com Car Play e Mirror Link e GPS. Seus luxuosos bancos são de couro, juntamente com seu volante esportivo também em couro, porém com detalhes cromados. Por fim, possui rodas aro 17 diamantadas. Externamente ambos os modelos só se diferem em detalhes cromados. A cor Cinza Grafitto não possui custo adicional, porém as cores Branco Branquise, possui o custo de R$ 690. Seu modelo Branco Nacre também possui custo que é R$ 1700, além de Preto Perlanera que custa R$ 1300. O modelo Branco Branquise não está disponível para o Peugeot 308 Griffe THP.
Os novos modelos Peugeot 308 e 408 2017 possuirão exclusivamente um motor de 1.6 THP.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Edição limitada do Evoque Conversível chega ao Brasil

Edição limitada do Evoque Conversível chega ao Brasil

O Salão do Automóvel em São Paulo é famoso por possuir em diversas edições, estreias de carros e modelos de edições limitadas. Esse ano a Land Rover irá iniciar nesse gigantesco evento, a pré-venda do seu mais novo modelo, o Range Rover Evoque, agora com modelo conversível, no mercado brasileiro. Apesar de a pré-venda começar no evento, que será sediado entre os dias 10 e 20 do mês de novembro, os veículos só começarão a ser entregues a partir de março de 2017. Somente aqui no Brasil, serão oferecidas 45 unidades particulares do crossover, não possuindo capota e com preço tabelado, com valores a partir de R$ 292.500. A capota do Range Rover possui acionamento elétrico, e o teto pode ser fechado em 21 segundos e aberto em 18 segundos, a até 48 km/h, e recolhimento em Z.

O que mais ele possui?



Esse mais novo modelo da Land Rover é a perfeita e harmônica combinação entre um compacto quatro portas urbano, e um perfeito carro off-road. Seus toques luxuosos em seu design interior ainda permite agradar tanto os que buscam conforto enquanto andam pelos maiores centros urbanos quanto tentar fugir da tumultuada rutina para as zonas rurais. Além disso, a marca principal do mais novo modelo do Range Rover Evoque é certamente sua capacidade conversível, permitindo então que um único carro agrade praticamente a todos os estilos e gostos. A Land Rover está finalmente saindo de seu tão comum território de somente off-roads, e entrando em um inexplorado território de SUVs de luxo com esse modelo. Isso pode ser considerado uma jogada inesperada, e por muitos até ambiciosa, porém ela foi feita de forma feroz e talentosa, mostrando a garra que essa empresa possui em seus arrojados designs. Afinal um SUV de luxo conversível para muitos não faz muito sentido. E por algum motivo, quando você menciona que é a Land Rover que o projetou, e começa a analisar o design, você lentamente vê que no fundo, faz na realidade todo o sentido e é o carro para qualquer terreno e qualquer momento. O seu lançamento no Salão de São Paulo também demonstra a confiança que a empresa está pondo nesse modelo.

Abaixo do capô

Já falamos demais sobre tudo que está acima do capo, e seus designs, mas outro grande avanço da empresa foi certamente no seu sistema de navegação. Seu novo sistema chamado de ATPC (All-terrain progress control, ou controle de progresso em qualquer terreno) permite que você mantenha uma velocidade em condições e terrenos mais irregulares e difíceis. Certamente foi um carro feito para todo e qualquer tipo de ambiente e clima. Seu sistema ainda permite que você mantenha o controle do veículo na velocidade que você escolheu, até mesmo em marcha ré. O Range Rover Evoque Conversível vem com duas opções de alimentação, gasolina e diesel. Três dos seus modelos são somente a diesel, e seu único modelo a gasolina é automático a nove marchas. Certamente o novo Evoque veio para causar impacto no mercado de SUVs brasileiro.
Somente aqui no Brasil, após a apresentação no Salão, serão oferecidas 45 unidades particulares do crossover.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos

27 de out de 2016

Primeiras impressões do Ford Fusion Hybrid 2017

Primeiras impressões do Ford Fusion Hybrid 2017

A Ford decidiu concentrar no Fusion Hybrid toda sua tecnologia. Além de combinar motores elétrico e a combustão, a versão traz praticamente todos os recursos de segurança, direção autônoma e conforto disponíveis no line up da montadora. O Fusion Hybrid chega às lojas brasileiras na primeira semana de novembro com as mesmas modificações visuais promovidas nas versões 2.5 Flex e 2.0 EcoBoost em setembro passado. O preço, de R$ 159.500, e o grande número de equipamentos posiciona a nova versão como top da linha no Brasil. Ele será importado da fábrica de Hermosillo, no México, apenas na configuração mais luxuosa Titanium.

Leia também:
  • Ford Fusion 2017 ganha vídeo com Bento Ribeiro
  • Teste do novo Ford Fusion 2017
Na estética, são poucos detalhes que diferenciam a linha 2017 da antecessora. Por fora, a grade, agora cromada, ficou um pouco mais pontuda, a base dos faróis ganhou duas alturas, a entrada de ar em trapézio sob o para-choque foi invertida, a tampa traseira recebeu um discreto aerofólio e as lanternas tiveram as seções de luzes redesenhadas e foram conectadas por um friso cromado. As diferenças entre esta e as demais versões são ainda mais discretas: apenas a inscrição Hybrid nas laterais e na traseira e a saída de escape única, no lugar do escapamento duplo das motorizações Flex e da Ecoboost. Por dentro, a maior diferença está no console central, onde os elementos como porta-copos, porta-objetos e conectores USB foram deslocados para acomodar o grande botão giratório que controla o câmbio – chamado de e-shifter –, que eliminou a tradicional alavanca de marchas. Foram mudados também alguns acabamentos, como nas saídas de ar e no cluster de instrumentos.

A evolução do Fusion Hybrid, no entanto, foi bem além da estética. Ganhou, por exemplo, recursos que incrementaram a segurança, como faróis totalmente em led e cintos traseiros infláveis, que se somam aos oito airbags já existentes. Outros equipamentos direcionam o sedã para o conceito de direção autônoma, como  os freios com assistência de frenagem automática, acionado pelos sistema de detecção de pedestres, de alerta de colisão e de piloto automático adaptativo com sistema de stop and go. Neste último, o Fusion Hybrid é capaz de se imobilizar, acompanhando o trânsito, e retomar a marcha em intervalos menores que 10 segundos – o que pode eliminar o trabalho no típico para-e-anda dos engarrafamentos.

Vários outros recursos de monitoramento, que já estavam presentes no Fusion, ampliam a segurança do modelo. Sensores no entorno do carro, radar na grade frontal e câmara no retrovisor interno alimentam sistemas como estacionamento automático, para vagas perpendiculares ou paralelas, sensor para pontos cegos com alerta para tráfego cruzado, controle de permanência da faixa de rolamento, sensor de fadiga e farol alto automático. Sob o capô, no entanto, não há novidades. O propulsor 2.0 16V com ciclo Atkinson – mais eficiente energeticamente que o de ciclo Otto – perdeu 2 cv e ficou com 143 cv. Já o motor elétrico se manteve com 88 kW, ou 120 cv. A potência combinada ficou nos mesmos 190 cv, com torque de 17,8 kgfm, contando apenas o motor a explosão.

A escolha do sedã médio-grande como vitrine tecnológica da marca tem razão de ser. Mesmo que nos Estados Unidos a marca tenha carros de passeio maiores e mais sofisticados, como o sedã grande Taurus, o Fusion está mais presente em mais mercados importantes – como o europeu, onde é chamado de Mondeo. Como é carro de imagem, a Ford não tem grandes pretensões comerciais com o Fusion Hybrid. A expectativa é que ele responda por apenas 5% da vendas totais da linha no Brasil, ou cerca de 50 unidades mensais. Não é muito, mas significa mais de 50% do total de modelos híbridos vendidos no país, somados aí Toyota Prius, Lexus CT200H, BMW i8 e Mitsubishi Outlander Hybrid.

Primeiras impressões

Os carros híbridos e elétricos estão explorando novas formas de provocar os motoristas. Até pouco tempo atrás, a esportividade era o jeito mais comum de aumentar a interação entre máquina e homem. Agora, basta se sentar atrás do volante de um modelo híbrido para ser cooptado para a tarefa de otimizar cada gota de gasolina. Para isso, cada um utiliza uma espécie de jogo visual. No caso do Prius, por exemplo, há uma série de barras mostra o desempenho a cada fração de tempo determinada. A Ford preferiu ser mais lúdica: em uma das configurações do visor de 4 polegadas no lado direito do velocímetro, belas folhas verdes vão surgindo conforme o condutor consegue economizar combustível. O jogo estimula uma direção mais consciente e entretém ao mesmo tempo.

Não que o Fusion precise de digreções de qualquer espécie para ser agradável. O sedã é bem equipado, confortável e tem um desempenho convincente, até mesmo esportivamente. No trânsito urbano, no entanto, acaba sendo mais divertido colocar alguns sistemas autônomos para funcionar, como o controle de cruzeiro adaptativo. Além das modernidades dinâmicas, o interior traz outros atrativos: revestimento em couro, teto solar, ar-condicionado de duas zonas e um silêncio absoluto. Além do fato de ter motor elétrico, os vidros dianteiros e laterais receberam tratamento acústico e os alto-falantes do sistema de áudio – no caso, um equipamento premium da Sony – emitem um som que cancela os ruídos captados por um microfone no interior.
Mas o impressionante mesmo é ver um carro de quase 1.700 kg percorrer com facilidade 17 km com um litro de gasolina no trânsito urbano. Para manter o funcionamento no modo totalmente elétrico, é preciso fazer movimentos bastante suaves. As acelerações têm de ser lentas, o pé no acelerador deve ser leve e as frenagens, longas. Ele é capaz de se manter totalmente elétrico até 100 km/h. Mas a capacidade da bateria não é capaz de sustentar uma viagem longa. Quando a carga baixa, o motor a explosão entra em funcionamento para animar o carro. O trânsito urbano mais interrompido acaba sendo um aliado para a economia do modelo. Tanto que recebeu do Conpet as notas A no segmento e A no geral, com médias de 16,8 km/l em ciclo urbano e apenas 15,1 km/l na estrada.

Ficha técnica

Ford Fusion Hybrid

Motor a combustão: A gasolina, dianteiro, Ciclo Atkinson, transversal, 1.999 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Comando duplo de válvulas no cabeçote, com sistema variável de abertura das válvulas de admissão. Injeção eletrônica e acelerador eletrônico.
Motor elétrico: 88 kW, alimentado por baterias de íons de lítio de 1,4 kWh.
Transmissão: Câmbio automático continuamente variável do tipo CVT. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 143 cv a 6 mil rpm no motor a combustão e 88 kW ou 120 cv no motor elétrico. Potência máxima combinada: 190 cv.
Torque máximo: 17,8 kgfm a 4 mil rpm.
Diâmetro e curso: 87,5 mm x 83,1.
Taxa de compressão: 12,3:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo MacPherson e traseira independente tipo multilink com barra estabilizadora, amortecedores pressurizados e molas helicoidais. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Freios: Discos na frente e atrás com sistema regenerativo, ABS e EBD.
Pneus: 235/45 R18.
Carroceria: Sedã com quatro portas e cinco lugares. Com 4,87 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,48 m de altura e 2,85 m de entre-eixos. Oferece oito airbags: dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e para os joelhos. Oferece cintos infláveis para os passageiros laterais traseiros.
Peso: 1.670 kg em ordem de marcha.
Capacidade do porta-malas: 392 litros.
Tanque de combustível: 53 litros.
Produção: Hermosillo, México.
Lançamento mundial e no Brasil: 2012.
Face-lift: 2016.
Itens de série: Ar-condicionado automático de duas zonas, direção elétrica, botão de partida, sistema de abertura da porta por código, partida do motor à distância, sensor de chuva, de luminosidade e de obstáculos, revestimento em couro, trio elétrico, teto solar elétrico, assistente de partida em rampa, rodas de alumínio de 18 polegadas, bancos dianteiros com ajustes elétricos, freio de estacionamento elétrico, painel de instrumentos com duas telas de 4,2 polegadas, sistema de conectividade Sync 3, sistema de entretenimento premium da Sony com tela central de oito polegadas, GPS, faróis de neblina, ABS com EBD, oito airbags, cintos infláveis traseiros, retrovisor interno eletrocrômico, câmara de ré, controles de estabilidade e tração, controle de cruzeiro adaptativo com sistema stpo and go, monitor de tráfego cruzado, sensor de ponto cego, detector de pedestre com frenagem autônoma, monitor de faixa de rolamento, estacionamento automático para vagas perpendiculares e paralelas, sensor de fadiga e farol alto automático.
Preço: R$ 159.500.

Autor: Eduardo Rocha (Auto Press)
Fotos: Eduardo Rocha/CZN

Fusão futurista - Ford combina tecnologias de conforto, direção autônoma e propulsão elétrica no Fusion Hybrid

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Ford Ranger Wildtrack será apresentado no Salão de Automóvel

Ford Ranger Wildtrack será apresentado no Salão de Automóvel

O Salão do Automóvel de São Paulo se aproxima e com ele as novidades que vão ser expostas no evento não param de ser anunciadas, deixando os apaixonados por carros completamente loucos e ansiosos para o que vai chegar por aí no evento. O próximo Salão de São Paulo vai acontecer agora em novembro entre os dias 10 e 20. Pela primeira vez o evento não vai acontecer no local onde foi realizado durante todos esses anos, no Anhembi, sendo realizado pela primeira vez no São Paulo Expo, na Zona Sul de São Paulo. E o anúncio da mais recente novidade a ser exposta em um dos estandes que fazem parte do evento fica por conta da Ford, que anunciou que vai apresentar a sua nova Ranger Wildtrack pela primeira vez ao público no evento de São Paulo. E é exatamente para que você saiba tudo sobre a novidade da Ford que vai ser exposta é que nós reunimos aqui uma série de informações sobre o assunto, tudo para que você não perca nenhum detalhe.

Descubra a Ford Ranger Wildtrack



Conhecida pela chamativa e tradicional cor laranja, a picape Ford Ranger Wildtrack vai fazer companhia para a F-150 Raptor no estande da montadora americana, já que as duas tiveram a sua presença confirmada pela Ford, apesar da primeira ainda não ter a sua data de chegada confirmada no país. A Ford Ranger Wildtrack já é uma velha conhecida de países como África do Sul e Tailândia, já que por lá ela é comercializada como o modelo top de linha da picape Ranger, que já conhecemos por aqui. No entanto, o modelo ainda não chegou aqui e nem tem previsão de desembarcar no mercado brasileiro, já que por aqui o posto de modelo top de linha é ocupado pela Ranger Limited 3.2 Diesel 4x4 automática. Com um visual mais aventureiro do que a top de linha que temos por aqui, a Wildtrack conta com grade, para-choque e também rodas de alumínio todos com detalhes em cinza chumbo, além de ter a exclusiva cor laranja e faróis de neblina diferenciados.

Mais do que fazer parte do exterior, o laranja também se encontra em diversos outros detalhes do carro. Isso porque ele se faz presente em detalhes nos bancos, no painel e também no volante da picape. No mercado internacional, a Ranger Wildtrack conta com duas opções de motorização sob o capô. As opções disponíveis são um motor 2.2 Duratorq que é capaz de apresentar até 160 cv e torque máximo de 39,26 kgfm, e também um motor 3.2 Duratorq que é capaz de entregar até 200 cv e torque máximo de 47,93 kgfm, ambas movidas a diesel e com um câmbio de seis velocidades.
Conhecida pela chamativa e tradicional cor laranja, a picape Ford Ranger Wildtrack vai fazer companhia para a F-150 Raptor no estande da montadora.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Auto Papo - JAC T5 representa uma volta por cima

Auto Papo - JAC T5 representa uma volta por cima



A JAC está em uma fase dura, mas o T5 está representando uma volta por cima para a importadora. Saiba porque no Auto Papo.   tcinco.mp3

Fonte: R7

Fiat Freemont e 500 deixam de ser importados ao Brasil

Fiat Freemont e 500 deixam de ser importados ao Brasil

Se, por um lado, as novidades sobre os lançamentos no Brasil das montadoras aqui presentes aquecem o mercado de automóveis todos os anos, muitas vezes algumas notícias vão na direção contrária e acabam anunciando a saída de determinados modelos do mercado brasileiro, principalmente agora em um momento de crise. E foi exatamente isso que aconteceu com a Fiat, que recentemente anunciou que dois modelos já conhecidos do brasileiro, a Freemont e o 500 vão deixar de ser importados para o Brasil e não mais vão fazer parte do portfólio brasileiro de produtos da marca.

E é para que você saiba todos os detalhes sobre a saída da Freemont e do 500 do mercado brasileiro é que nós reunimos aqui uma série de informações sobre o assunto.

O adeus brasileiro à Freemont e ao 500

Sem dúvida alguma, este foi um ano de mudança na linha da Fiat, que, aos poucos, vem renovando e atualizando a sua frota de veículos em território brasileiro. Isso porque ainda em junho três veículos da marca tiveram sua produção interrompida, o Bravo, o Linea e o Idea, e agora a montadora anunciou a decisão de tirar do mercado brasileiro tanto a crossover Freemont quanto o compacto 500. Segundo informações divulgadas pela fabricante, ambos os modelos tiveram a sua importação realizada até o modelo de 2015, o que significa que os estoques remanescentes serão repostos e quem gosta de um dos dois carros ainda vai poder adquirir um dos modelos. O motivo da retirada, como não poderia deixar de ser, fica por conta de um dos efeitos que a crise brasileira trouxe para o país, que foi a alta do dólar. Isso porque, com a alta da moeda, os veículos que são importados do México acabam tendo seus preços elevados. Para efeito de comparação, se em 2011 o 500 podia ser adquirido por R$ 39.990, hoje a versão de entrada não sai por menos de R$ 56 mil, junte isso com o fato do compacto nunca ter sido um sucesso de vendas no país desde seu lançamento e você acaba por ter a fórmula certeira para a retirada do veículo do portfólio brasileiro da marca.

Com a Freemont, a alta no preço não foi diferente e também causou um impacto negativo no consumidor. Se em 2011 ela apresentava um preço inicial de R$ 81.600, hoje não sai por menos de R$ 109.500. Aqui, a alta de preço acabou se unindo à ascensão da preferência do público por SUVs, o que acabou fazendo com que as vendas do modelo diminuíssem. A expectativa é que ela seja substituída dentro de um período de dois anos pela versão SUV da picape Toro, um dos lançamentos mais recentes da Fiat, que é fabricada em Pernambuco.
O motivo da retirada fica por conta de um dos efeitos que a crise brasileira trouxe para o país, que foi a alta do dólar.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Mercado

Teste do Nissan Kicks SL

Teste do Nissan Kicks SL

A Nissan sempre teve planos ousados para o Brasil. Quando iniciou sua produção nacional em Resende, no Rio de Janeiro, queria pular dos 2% de participação para os 5% até 2016. Hoje, dois anos e meio depois, conseguiu chegar aos 2,93% no acumulado de 2016, mas já vê uma luz no túnel para elevar esse número: sua aposta nos SUVs compactos com o Kicks. Tanto que, ao analisar isoladamente o mês de setembro, quando o mais novo lançamento teve 2.367 emplacamentos, essa participação já é de 4,09%. A seu favor, a fabricante japonesa tem a boa relação custo/benefício da versão de topo SL, a única disponível por enquanto no país. Outras configurações – confirmadas, só a de entrada S e a intermediária SV – chegarão ano que vem, quando for iniciada a sua linha de produção no Brasil.

Leia também:
  • Primeiras impressões do Nissan Kicks
Para que todas as atenções no mercado automotivo nacional fossem voltadas para o Kicks, a Nissan aproveitou o patrocínio às Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio de Janeiro para promover seu lançamento global. Mas a primeira aparição do modelo, ainda como conceito, foi no Salão de São Paulo de 2014. Por enquanto, sua produção acontece apenas no México, o que limita a quantidade de unidades disponíveis para a venda no Brasil. Apesar do preço extremamente competitivo no segmento em que atua, diante de uma lista de equipamentos boa para uma variante de topo: R$ 89.990.

O SUV compacto combina elementos que misturam uma proposta de robustez e, ao mesmo tempo, de modernidade. A grossa barra em “V” que circunda a grade dianteira, o para-choque frontal avantajado e os vincos acentuados que percorrem toda a carroceria exaltam a ideia de resistência. Já os faróis em ângulo, as rodas de 17 polegadas e o teto flutuante, que se “desgarra” visualmente da carroceira ao ser combinado com colunas em preto, expressam um ar mais contemporâneo e que se assemelha aos últimos lançamentos globais na categoria em que atua.

Para mover o Kicks, a Nissan adota o mesmo propulsor 1.6 16V flex presente nos nacionais March e Versa. Com comando variável na admissão e escape, o motor, no entanto, recebeu para o Kicks uma nova calibração que elevou a potência dos 111 cv anteriores para 114 cv, tanto com etanol quanto com gasolina no tanque. O torque também se alterou e passou dos 15,1 kgfm para 15,5 kgfm, mas ainda aos 4 mil giros. A transmissão é sempre continuamente variável, mas também recebeu modificações em relação ao CVT que equipa March e Versa. No crossover, ele simula até seis marchas quando se pressiona o acelerador acima de 50% do curso total.

A lista de itens de série é farta. Há direção elétrica, central multimídia com GPS, seis airbags, revestimento de banco, puxadores e volante em couro, painel parcialmente em TFT, chave presencial e outros itens. Controles eletrônicos de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa também aparecem, além de sistemas menos comuns no segmento. Caso do controle em curvas, detector de objetos em movimento e controle dinâmico de chassi – que atua para equalizar o movimento das suspensões dianteira e traseira. O carro ainda conta com um sistema de câmaras que foge do lugar-comum da retrovisão: há a de ré, uma dianteira e duas laterais, que juntas formam uma imagem 360º do exterior. O resultado é uma visão simulada de cima do carro, que possibilita que o condutor enxergue, de dentro do Kicks, todos os obstáculos no lado de fora.

Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.6 16V responde bem às pisadas no acelerador, mas é o mesmo que equipa as versões mais caras do hatch March e do sedã Versa em suas configurações de topo. No caso do Kicks, no entanto, recebeu uma nova calibração e rende 114 cv, com etanol ou gasolina, e 15,5 kgfm – contra 111 cv e 15,1 kgfm dos dois modelos nacionais. A transmissão é sempre continuamente variável, mas simula seis marchas sempre que o acelerador é pressionado acima de 50% do curso total. Não há nenhum ímpeto de esportividade, mas faz um bom trabalho tanto na cidade quanto na estrada. Nota 8. Estabilidade – O Kicks é um carro leve – são 1.142 kg na única versão disponível no Brasil. Em velocidades em torno de 120 km/h, convém ter mais firmeza na direção. Mas, de maneira geral, o comportamento é equilibrado. Além disso, ele já chega com os controles dinâmicos de estabilidade e tração, para atenuar qualquer excesso do motorista. Nota 8. Interatividade – Todos os comandos são bem posicionados e, de maneira geral, o Kicks não é um carro difícil de lidar no dia a dia. Um ponto forte é que, além da câmara de ré comum, no monitor central é exibida também uma imagem 360º, formada por quatro câmaras – dianteira, traseira e uma sob cada retrovisor externo – que simulam a visão aérea. No entanto, as saídas de ar-condicionado centrais, um tanto pequenas, podem passar a sensação de que há uma demora para refrigerar o ambiente em dias mais quentes. E faz falta controle de velocidade de cruzeiro, principalmente por se tratar de um veículo na faixa dos R$ 90 mil. Além disso, a central multimídia é inferior à utilizada nas versões mais caras dos compactos nacionais da Nissan, que já acessam internet via wi-fi e contam com aplicativos pré-instalados. Pelo menos, a chave é presencial. Nota 7.

Consumo – O Kicks recebeu nota “A” na sua categoria e “B” na classificação geral do Programa Brasileiro de Etiquetagem do InMetro, com médias de 8,1/9,6 km/l com etanol e 11,4/13,7 km/l com gasolina na cidade/estrada. Seu índice de consumo energético foi de 1,74 MJ/km. Nota 8. Conforto – Como todo SUV compacto, o Kicks tem um espaço interno até próximo ao de um modelo médio. Quatro pessoas viajam com bastante folga e um quinto elemento, em trajetos curtos, não interfere tanto. A suspensão absorve com competência as irregularidades e a densidade dos bancos é boa. Nota 8. Tecnologia – A plataforma V é a segunda geração da B-zero da Nissan, com estrutura reforçada, novos materiais no assoalho, painéis laterais e frontais e mais pontos de solda. O pacote de itens de série é bom, com direção elétrica, seis airbags, revestimento de banco, puxadores e volante em couro, painel parcialmente em TFT e chave presencial, entre outros “mimos”. Tem controles eletrônicos de estabilidade, tração e partida em rampa e mais alguns sistemas menos comuns no segmento, como controle em curvas, detector de objetos em movimento e controle dinâmico de chassi, que equaliza o movimento das suspensões dianteira e traseira. Mas a central multimídia é inexplicavelmente inferior à disponível para o March, que é bem mais barato. Nota 7.
Habitabilidade – O bom ângulo de abertura das portas faz com que seja bem fácil entrar e sair do carro. No interior, existem poucos vãos para guardar objetos de uso pessoal. O porta-malas leva 432 litros e o bom espaço interno é um dos pontos fortes do carro. Nota 8. Acabamento – Há plástico rígido por todos os lados, mas isso não foge muito à realidade do segmento no Brasil. Apesar do uso de cromados, preto brilhante e couro pespontado no painel, a cabine não transmite a ideia de requinte. Os encaixes são bem feitos e os materiais aparentam boa qualidade, mas não surpreende. A forração do teto fica aquém do que se espera de um modelo desta faixa de preço. Nota 6. Design – O Kicks tem bom porte e um visual extremamente contemporâneo. As linhas são bem-marcadas e o teto flutuante confere uma dose extra de charme ao modelo – na versão testada, pintado em laranja metálico. Mas se assemelha demais ao seu principal concorrente por aqui: o Honda HR-V. É bonito e elegante, mas não chega a ter uma personalidade própria. Nota 7.
Custo/benefício – O Nissan Kicks SL começa em R$ 89.990 e já se trata de uma configuração de topo no line up da fabricante nipônica. Ele tem motorização inferior à dos rivais, mas uma relação peso/potência semelhante. E seu preço, em comparação a versões semelhantes do Jeep Renegade e do Honda HR-V, chega a ser mais de 15% em conta. O Ford EcoSport Titanium 2.0 é tão bem equipado quanto o Kicks e custa R$93.550. Nota 7. Total – O Nissan Kicks SL somou 75 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir

Leveza e economia

O visual do Kicks é imponente e, ao mesmo tempo, elegante. A combinação da cor grafite da carroceria com o tom metálico alaranjado do teto opcional da versão testada insere uma dose extra de charme ao carro. Assim como o teto “flutuante”, que o aproxima do desenho de alguns modelos de segmentos premium. Por dentro, no entanto, é um pouco decepcionante ver a abundância de plásticos rígidos e uma central multimídia que já não é adotada nas versões de topo dos modelos de entrada da marca nipônica no país. No painel de instrumentos, um grande velocímetro analógico aparece no cluster de TFT, enquanto as outras informações são mostradas digitalmente. Ali também aparecem orientações do navegador por GPS, presente no sistema de entretenimento e som do Kicks SL. De cara, nota-se a falta do controle de velocidade de cruzeiro e de sensor de chuva. Ou, pior, de um apoio de braços central entre os bancos da frente.
O acesso ao veículo e a partida do motor se dão sem o uso da chave, que é presencial. A direção é leve nas manobras de estacionamento e ganha firmeza conforme o ponteiro do velocímetro sobe. O motor 1.6 de 114 cv não chega a instigar o motorista – até porque chega acompanhado pela transmissão continuamente variável, capaz de simular até seis marchas. Mas o SUV compacto se mostra ágil na cidade e na estrada, graças à boa relação de 10,01 kg/cv.  Nas curvas, há um bom equilíbrio e é difícil ver os aparatos eletrônicos de segurança darem as caras. A verdade é que, até pelo trem de força mais contido, o Kicks SL inspira um passeio tranquilo e confortável, e não arroubos de velocidade ou muita pressa ao volante. Um ponto importante para quem opta por um veículo familiar é a economia de combustível e isso, de fato, chama atenção no modelo. O InMetro aferiu 13,7 km/l na estrada, com gasolina no tanque, para o modelo. Mas é possível extrair um consumo ainda menor do crossover. E em tempos de combustíveis tão caros no Brasil, não é nada mau poder ficar um bom tempo sem precisar visitar um posto para abastecer.

Ficha técnica

Nissan Kicks SL

Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando com variação contínua de abertura das válvulas. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto semi-sequencial indireta.
Transmissão: Continuamente variável, do tipo CVT. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 114 cv a 5.600 rpm com etanol e gasolina.
Aceleração 0-100 km/h: 12 segundos.
Velocidade máxima: 175 km/h.
Torque máximo: 15,5 kgfm a 4 mil rpm com etanol e gasolina.
Diâmetro e curso: 78 mm X 83,6 mm.
Taxa de compressão: 10,7:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo MacPherson com barra estabilizadora. Traseira por eixo de torção. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 205/55 R17.
Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás. Oferece ABS com EBD e assistência de partida em rampa.
Carroceria: Crossover em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,30 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,59 m de altura e 2,61 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina de série.
Peso: 1.142 kg.
Capacidade do porta-malas: 432 litros.
Tanque de combustível: 41 litros.
Produção: Aguascalientes, México.
Lançamento mundial: 2016.
Lançamento no Brasil: 2016.
Itens de série: Abertura da tampa de combustível por acionamento interno, acabamento dos bancos em couro, sensor crepuscular, ar-condicionado automático digital, banco do motorista com ajustes de altura, banco traseiro bipartido 60/40, chave inteligente presencial, comando elétrico de abertura do porta-malas, controle de áudio e funções do painel no volante, trio e direção elétricos, painel multifuncional colorido de 7 polegadas com mais de 12 funções, revestimento do painel e do apoio de braços nas portas em couro, volante com acabamento em couro, de três raios e com regulagem de altura e profundidade, aerofólio integrado na cor do veículo, faróis dianteiros com assinatura em leds, rack de teto longitudinal prata, rodas de liga leve de 17 polegadas, airbags frontais, laterais e de cortina, alarme perimétrico, câmera 360° com imagem integrada ao display do rádio, controle dinâmico de chassi, em curvas e de freio motor, detector de objetos em movimento, estabilizador ativo de carroceria, faróis de neblina, fixadores traseiros para cadeiras de crianças (ISOFIX), freios ABS com controle eletrônico de frenagem e assistência de frenagem, sensor de estacionamento, assistente de partida em rampa, controle eletrônico de estabilidade e tração, rádio CD Player com MP3 e tela touchscreen colorida de 7 polegadas com entrada auxiliar para MP3 Player/iPod, USB, Bluetooth e GPS. 
Preço: R$ 89.990.
Opcionais: Cor grafite na carroceria e teto laranja metálico. 
Preço completo: R$ 93.840.

Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Isabel Almeida/CZN

Na direção certa - Preço competitivo do Kicks SL aproxima a Nissan dos sonhados 5% de participação no Brasil

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

26 de out de 2016

Impressões da Renault Master Minibus L3H2 16 Lugares

Impressões da Renault Master Minibus L3H2 16 Lugares

Segurar a liderança do segmento de furgões não é fácil. O setor, que ficou sem sua principal referência com a aposentadoria da Kombi no fim de 2013, aparentemente elegeu a Renault Master como seu “porto seguro”. E o veículo comercial da fabricante francesa, produzido em São José dos Pinhais, no Paraná, tem boas credenciais para isso. Na Europa, a marca francesa lidera o nicho de furgões com até 3.500 quilos no mercado europeu há 15 anos.

No Brasil, os números também são expressivos, mesmo com a forte retração que o segmento sofre no país. A Master lidera o mercado desde 2014 e vem aumentando sua participação a cada ano, mesmo com o número total de vendas caindo. No primeiro ano de liderança foram 12.230 unidades vendidas e 25,6% de participação – cerca de 1.020 mensais. Em 2015 o modelo também fechou o ano em primeiro lugar, com 8.341 veículos comercializados e 28,6% do total – ou quase 700 a cada mês. Em 2016, o número parcial entre janeiro e setembro também indica a liderança do segmento. São 4.912 unidades vendidas, aproximadamente 540 mensais, que representam 29,4% do mercado. Sua principal concorrente, a Fiat Ducato, emplacou menos da metade de suas unidades totais, com 2.410 emplacamentos. É bem verdade que a Master tem uma variedade de configurações maior – com preços que começam em R$ 111 mil para a versão chassi-cabine e vão até os R$ 168.500 da Minibus de 16 lugares.

Visualmente, muitos dos elementos estéticos do modelo evocam robustez. A grade frontal é moderna e composta por três filetes largos e cromados. Sobre ela, na parte frontal do capô, a indefectível marca do losango, em versão cromada. Ao redor, os faróis alongados incorporam as luzes indicativas de direção. Os espelhos externos ostentam as luzes de seta e, na traseira, as lanternas têm configuração vertical. Debaixo do capô o furgão traz um motor 2.3 litros turbodiesel com quatro cilindros e 16 válvulas, que rende 130 cv de potência e 31,7 kgfm de torque. O propulsor acoplado a um câmbio mecânico de seis velocidades à frente mais marcha a ré. O trem de força é o mesmo para todas as variantes do modelo.

Com capacidade para transportar 16 passageiros, a versão Executive L3H2 traz diversos equipamentos que aparecem como opcionais nos rivais. De série, a Master traz bancos de tecido, duas tomadas 12 V no painel e tampa porta prancheta, retrovisores externos com ajuste elétrico, airbag para o condutor, travamento automático das portas, ar-condicionado duplo, alarme, vidro elétricos com função um toque, pré-disposição para rádio, tacógrafo digital e indicador de troca de marcha no painel. Equipada de forma equivalente, o furgão da Fiat sai a R$ 162.481. O modelo oferece opcionalmente o Pack Luxo, que agrega computador de bordo, faróis de neblina e rádio CD/MP3 com conexão USB/iPod e auxiliar. Sai por R$ 2.400.

Impressões ao dirigir

Útil e agradável

Já virou clichê dizer que um utilitário se comporta como um carro de passeio. No caso da Renault Master, no entanto, o clichê é inescapável. Desde a comunicação entre direção e rodas até a estabilidade em curvas, tudo no furgão traz confiança a quem está no volante – o que, junto com a falta de noção, explica a síndrome de piloto que acomete muitos motoristas de van. Apenas um elemento explicita a condição de veículo comercial: o barulho interno. A enorme área de lataria e o próprio formato do modelo fazem os ruídos aerodinâmicos ressoarem forte no interior, junto com o som dos pneus na estrada.

O som motor, por outro lado, não chega a ser tão presente. Mas o ótimo torque de 31,7 kgfm empurra a Master com vontade. Em estrada, o furgão exibe grande neutralidade, mesmo quanto enfrenta ventos laterais, e consegue manter velocidade de cruzeiro de automóvel de passeio com extrema facilidade. Na cidade, a direção se mostra bem reativa e a suspensão aceita bem as mudanças de direção. Quando carregada, parte da agilidade se perde. Ainda assim, é fácil de conduzir e obediente aos comandos.

Autor: Fabio Perrotta Junior e Eduardo Rocha (Auto Press)
Fotos: Isabel Almeida/CZN

Área do losango - Com ampla oferta de modelos, Renault Master lidera com folga o segmento de furgões no Brasil

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Conheça o conceito do carro mais conectado do mundo

Conheça o conceito do carro mais conectado do mundo

Conteúdo em Vídeo
Lynk & CO é uma nova empresa do segmento automobilístico, e que deseja oferecer um novo tipo de conceito com relação a conexão de uma forma geral em seus carros. O SUV apresentado pela marca tem como público alvo os jovens condutores, que acabam dando muita importância para as redes socias.

O vídeo acima mostra alguns dos detalhes que estão sendo apresentados neste projeto. Destaque para o sistema de compartilhamento de coisas nas redes sociais, sendo que os motoristas precisam pressionar apenas um botão no painel. Além disso, algumas funcionalidades dentro do veículo poderão ser acionadas a distância pelo smartphone.
Novidade está sendo apresentada pela Lynk & CO.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

Auto Papo - O Civic vale mesmo R$ 125 mil?

Auto Papo - O Civic vale mesmo R$ 125 mil?



A Honda lançou o Civic no Brasil com preços bem mais elevados do que seu antecessor, mas será que o Touring vale mesmo R$ 125.900? Confira o que acho no Auto Papo. civic.mp3

Fonte: R7

Mercedes-Benz Classe E ganha motor 2.0 turbo de 211 cv

Mercedes-Benz Classe E ganha motor 2.0 turbo de 211 cv

Um dos modelos mais aguardados pelos amantes de carros de luxo, o novo Mercedes-Benz Classe E chega à sua 10ª geração repleto de novidades importantes e com seu visual completamente renovado. Dentre às novidades, a que mais chamou a atenção tem a ver com o fato de que o modelo ganhou novíssimo motor 2.0 turbo com potência de 211 cv e com torque máximo de 350 Nm. Vamos saber mais!

Três versões

O novo sedã executivo da Mercedes-Benz chega ao Brasil com três versões diferentes, sendo que todas trazem o novo motor 2.0 turbo de 4 cilindros e que é capaz de entregar 211 cv de potência.

Além disto, todas as três versões também chegam equipadas com uma nova transmissão automática com 9 velocidades e trazem um novo visual, muito mais moderno, mas que ainda carrega o conhecido charme da marca alemã. O interior do modelo ganhou novidades e ficou ainda mais luxuoso do que já era antes, e também ficou muito mais amplo e confortável, já que seu comprimento total foi aumentado, saindo dos 4.880 milímetros para os 4.923 milímetros atuais.

O novo motor

Um dos destaques da nova geração do Mercedes-Benz Classe E, o novo motor 2.0 turbo de 4 cilindros conta com injeção direta de gasolina na câmara de combustão e tem no seu desempenho um dos seus pontos mais altos. Trabalhando em conjunto com a também já citada transmissão automática com 9 velocidades, o modelo conta com a capacidade de permitir ao condutor realizar trocas rápidas, e também de fazer com que os giros permaneçam baixos. Com isto, o sedã de luxo também consegue ter como um dos seus principais diferenciais a sua capacidade de ser econômico no que diz respeito ao consumo de combustível.

Pacote altamente tecnológico



Para completar as novidades que o novo Classe E da Mercedes-Benz traz aos consumidores, nós não podemos deixar de destacar o seu pacote altamente tecnológico. O modelo agora conta com um pacote de assistências à condução que deixa claro que a montadora alemã deseja desenvolver para um futuro não muito distante uma tecnologia de condução autônoma. Além disto, há também o sistema de controle de distância ativo Distronic, que é exclusividade da montadora alemã e que permite ao veículo se manter à uma distância segura dos automóveis à frente e também segui-los a uma velocidade de até 210 km/h. A verdade é que o modelo de luxo da Mercedes-Benz chega ao mercado brasileiro para competir diretamente com os principais rivais de mercado, e a intenção da montadora alemã é realmente recuperar parte do terreno perdido nos últimos tempos. Com a grande quantidade de novidades que o novo Classe E oferece, com certeza ela conseguirá chegar longe.
O modelo de luxo da Mercedes-Benz chega ao mercado brasileiro para competir diretamente com os principais rivais de mercado.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Lançamentos