31 de jan de 2015

Nissan revela frente do Kicks

Nissan revela frente do Kicks



O novo modelo da Nissan, disposto para lançamento até o final deste ano em competição direta no mercado com modelos como Ford EcoSport, Chevrolet Tracker e Renault Duster, teve seu primeiro teaser adiantado, trazendo ao público o visual definitivo da disposição de seu mais novo jipe. O Nissan Kicks, que teve seu conceito apresentado inicialmente no Salão do Automóvel de São Paulo, conta com aspectos muito mais simplificados do que a ideia inicial apresentada pela montadora, na exposição. De qualquer forma, o trailer aperitivo nos traz as primeiras imagens do veículo e marca mais um ano de parceria da Nissan com a escola de samba carioca Acadêmicos do Salgueiro, neste ilustre lançamento visual a apenas alguns dias do inicio do Carnaval.

O visual do Nissan Kicks

Com apenas uma parte da grade frontal, capô e farol esquerdo à mostra, a imagem lançada como teaser do novo lançamento da Nissan chama a atenção. Entre as cores predominantes analisadas na imagem, considerando tanto o visual do carro quanto os detalhes gráficos abordados na imagem, contamos com o vermelho e o branco, os tons tradicionais da agremiação em questão. A frente remete levemente ao conceito apresentado na última edição brasileira do Salão do Automóvel, que ocorreu em Outubro, na cidade de São Paulo. No teaser, o charme exacerbado e o brilho foram detalhes perceptíveis, com pouco detalhamento de imagem e ainda sem identificação da marca. O novo SUV já é considerado fundamental para crescimento da marca no mercado, buscando a liderança frente às marcas japonesas que dominam o segmento atualmente. As metas da empresa buscam chegar, num futuro a médio prazo, em uma participação de 3% em 2015 e de até 5% no ano seguinte, alcançando objetivos a longo tempo estimados pela marca. Essa ampliação também remete ao aumento de cobertura de lojas e oficinais no Brasil, expandindo sua linha de carros e aumentando suas franquias em nosso país.

Associação com o Carnaval

A relação da Nissan com o Carnaval carioca vem desde o ano anterior se aprimorando. Tudo começou quando, no desfile do grupo especial no Rio de Janeiro, o monovolume Versa Note acabou aparecendo “sem querer” em um carro alegórico, mesmo ainda sem cogitação de lançamento no Brasil. Sem logotipos ou marcas, o veículo rendeu a parceria com a escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, mesmo que livre de publicidade. Com essa “mãozinha”, a propaganda do Nissan no Brasil voa por novos espaços!
O Nissan Kicks, que teve seu conceito apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, conta com aspectos muito mais simplificados do que esperava-se.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Honda lança NC 750X com preços a partir de R$ 28.990

Honda lança NC 750X com preços a partir de R$ 28.990

Acompanhando o mercado europeu, que apresentou esse modelo lá fora no ano de 2012, a Honda lança NC 750X que estreia no mercado nacional a partir de fevereiro deste ano, substituindo a NC 700X, que foi líder de venda da categoria durante três anos consecutivos. Como o próprio nome sugere, a mudança de maior destaque da NC 750X é o motor mais potente, com 745 cilindradas. Produzida na fábrica da Honda em Manaus, o preço para o modelo Standard sai por R$ 28,990, enquanto que para o modelo com freios ABS, o valor sobe para R$ 31,100.

Nas cores preto e branca perolizada, a nova NC 750X assegura maior ganho em potência e redução de consumo, cerca de 30,52 KM/L, enquanto que o modelo anterior faz 27,3 KM/L. Esses resultados são mediante a testes baseados no consumo urbano da motocicleta. Quando analisados o desempenho na estrada, a moto apresenta consumo de 28,85 KM/L, enquanto que o modelo antigo faz 26,61 KM/L. Sua velocidade máxima subiu para 174 km/h. Com torque 8% maior, a Honda NC 750X tem alterações na quantidade de giros, sendo eles de 7000 rpm, graças aos seus 54, cv. O propulsor da moto, traz ainda, balanceiros duplos. Esse acréscimo faz com que seja gerado menor vibração, priorizando assim o conforto do passageiro e a condução mais suave. O tanque, por sua vez, foi transferido para a parte de baixo do assento, que passou por alterações na textura, oferecendo maior aderência e com capacidade para 14 litros de combustível. O sistema de escapamento também foi atualizado, junto com a faixa de corte, ampliada para 400 rpm. Os pneus, ambos em roda 17” de liga leve, são da Pirelli, mais especificamente da família CB500, sendo 120/70 na dianteira e 160/60 na traseira.

Mudanças internas

Alterações no painel – em LCD - também serão percebidas: um indicador de marchas e um computador de bordo que indica o consumo instantâneo e médio. Além disso, o modelo vem com porta objetos de 21 litros, situado onde normalmente se tem o tanque. Para se ter ideia da dimensão do porta objetos, é possível levar um capacete dentro dele.
Produzida na fábrica da Honda em Manaus, o preço para o modelo Standard sai por R$ 28,990, enquanto que para o modelo com freios ABS, R$ 31,100.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Motos

Fiat faz recall de oito modelos por falha no câmbio automatizado 

Fiat faz recall de oito modelos por falha no câmbio automatizado 






Câmbio automatizado Dualogic pode apresentar falhas no engate e troca de marchas Divulgação A Fiat anunciou nesta terça-feira (23) um recall envolvendo oito modelos equipados com o câmbio automatizado Dualogic, fabricados entre 2 de julho de 2014 e 28 de novembro de 2014. Estão envolvidos no chamado o Linea Essence e Linea Absolute (chassi 1569536 a 1572016); Novo Palio Sporting e Novo Palio Essence (chassi 2236881 a 2245194); Strada Adventure Cabine Estendida e Dupla (chassi 7845988 a 7919023); Grand Siena Essence (chassi 3213714 a 3233830); Punto Essence, Punto Blackmotion e Punto Sporting (chassi  1308365 a 1316168); Idea Adventure e Idea Essence (chassi 2270163 a 2274376); Bravo Essence, Bravo Sporting e Bravo Absolute (chassi 9035650 a 9036482) e Palio Weekend Adventure (chassi 5063909 a 5072141).

Atendimento gratuito e começa hoje (23) em horário comercial Divulgação/Fiat Segundo a montadora, foi detectada uma falha no engate e desengate das marchas pelo sistema automatizado do câmbio, que com isso perde a sua funcionalidade. Nessas condições, há a possibilidade de acidentes com risco de danos físicos e materiais a ocupantes e terceiros. O atendimento gratuito começa hoje e deve ser realizado por meio de agendamento prévio em qualquer uma das concessionárias da marca. Os proprietários dos veículos supracitados podem entrar em contato pela Central de Relacionamento Fiat ou pelos telefones 0800 707 1000 ou 0800 282 1001. A duração média do atendimento é de uma hora e, se for preciso a substituição do atuador, o tempo médio aumenta para seis horas, podendo ocorrer variações, conforme o fluxo de atendimento na concessionária.

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Fonte: R7

Carros que mais sofreram aumento de preço

Carros que mais sofreram aumento de preço

Com a entrada de 2015, comprar um carro zero ficou um pouco mais salgado, já que o Governo decidiu não prorrogar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A partir desse primeiro semestre, quem pensa em adquirir veículos 1.0 ou 2.0, vai se deparar com aumento de até 7%. Já para autos mais potentes, o percentual pode chegar aos 13%. Contudo, é uma decisão das montadoras em repassar o aumento para os consumidores, uma vez que elas tem autonomia para tal. Algumas delas, por exemplo, entraram o ano fazendo algumas promoções nesse sentido, a fim de eliminar algumas peças de seu estoque e atrair potenciais compradores logo no primeiro semestre do ano. Outros fabricantes, no entanto, não quiseram adotar a mesma postura, já que o ano que passou não foi nada promissor para a indústria automobilística: estoques cheios, poucas vendas demissões ou funcionários em casa mais cedo fizeram com que estes aderissem à cobrança do IPI.

15 carros com maior aumento de preço em 2015



As marcas SMART, NISSAN, CITROËN, HYUNDAI e VOLKSWAGEN foram as que mais repassaram a nova alíquota ao preço final dos automóveis. Abaixo, confira uma lista com os 15 carros que mais sofreram aumento de preço:
  • Hyundai HB20S Comfort Plus – De R$41,565 para R$ 44,195
  • Nissan Frontier SV Attack – De R$ 108,190 para R$ 114,990
  • Fiat Strada Working – De R$ 37,430 para R$ 40,480
  • Toyota RAVA 2.0 4x4 – De R$ 123,900 para R$ 132,00
  • Volkswagen Gol 1.0 Confortline – De R$ 38,110 a R$ 40,440
  • Citroën C3 Origine – De R$ 41,40 a R$ 43,990
  • Hyundai Tucson – De R$ 69,900 a R$ 75,900
  • Volkswagen Saveiro CS Startline – De R$ 37,430 a R$ 40,480
  • Fiat Palio Fire Way – De R$ 28,700 a R$ 30,510
  • Volkswagen high up! – De R$ 37,640 a R$ 38,890
  • Fia Uno Vivace – R$ 26,760 a R$ 28,340
  • Volkswagen Voyage 1.0 Confortline – De R$ 40,290 para R$ 42,620
  • Volkswagen Amarok – De R$ 103,390 para R$ 109,240
  • Volkswagen Saveiro CS Startline – De R$ 37,430 para R$ 40,480
  • Hyundai HB20 Comfort Plus – De R$ 37,880 para R$ 40,895


Mesmo mediante a esse fato, não se desespere em adquirir um automóvel de impulso, caso apareça alguma promoção com redução de IPI por parte das montadoras. O fato é que a produção no último ano foi intensa e existem muitos veículos novos parados nos pátios das montadoras. Mesmo com a decisão do Governo, como já mencionado, a indústria automobilística pode sim não repassar a cobrança dos impostos a seus clientes e incentivar o consumo. Então, antes de adquirir um carro novo, é preferível aguardar e pensar. 
As marcas Smart, Nissan, Citröen, Hyundai e Volkswagen foram as que mais repassaram a nova alíquota ao preço final dos automóveis.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Mercado

Novo i3 da BMW revelado em comercial

Novo i3 da BMW revelado em comercial



O Super Bowl sempre é um momento muito aguardado na mídia dos Estados Unidos. Muitas marcas deixam para lançar novos produtos e serviços durante a final do campeonato de Futebol Americano do país. Este é o programa mais assistido do mundo, e também o horário publicitário mais caro do planeta. As montadoras costumam apostar alto nos comerciais do Super Bowl. A BMW resolveu mostrar em primeira mão o novo i3 no vídeo que foi divulgado na internet mas que deverá fazer a sua estreia oficial na televisão apenas no próximo domingo.

Este é o carro movido totalmente com energia elétrica que a montadora estará lançando em diversos mercados ao redor do mundo, incluindo os Estados Unidos. O veículo pode ser ligado em qualquer tomada 220V e leva apenas 3 horas para carregar a bateria por completo. Para tentar dar uma pitada de humor na divulgação do novo carro, a BMW encomendou uma propaganda que faz lembrar o descrédito que a internet tinha no ano de 1994. Nas imagens podemos ver um trecho de um dos programas mais tradicionais dos Estados Unidos, o Today, do canal NBC. Nele dois apresentadores tentam explicar para o espectador o que é a internet e o que significa o símbolo “@”. O vídeo corta para os dias atuais, quando o casal de apresentadores repete o mesmo comportamento, mas desta vez dentro de um i30. A ideia da propaganda é mostrar como as pessoas precisam de tempo para conseguir se acostumar com grandes ideias e grandes mudanças. 
Publicidade deve ser reproduzida na televisão durante o Super Bowl.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Vídeos

30 de jan de 2015

BMW Série 2 Active Tourer Flex chega em Março

BMW Série 2 Active Tourer Flex chega em Março

As surpresas estão fervendo no universo automobilístico neste primeiro mês de 2015. Além de outras grandes empresas que estão anunciando seus lançamentos de mercado para o ano, a BMW entra na jogada com o anúncio de chegada do seu Série 2 Active Tourer Flex ainda neste primeiro semestre, em torno de Março. Apresentado inicialmente no Salão do Automóvel de São Paulo, ainda em Outubro de 2014, o BMW Série 2 Active Tourer encontra-se em fase final de testes e homologações, com chegada confirmada para pouco tempo depois do Carnaval, segundo anuncio da própria fabricante alemã.

Testes em Santana do Parnaíba



O veículo chamou a atenção na última semana por ser flagrado em uma das pistas do Rodoanel, na direção de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo. O auto foi fotografado e chamou a atenção do publico, mas segundo a BMW, o lançamento oficial do mesmo só será anunciado em breve, seguindo maiores informações sobre sua estrutura e potencia. Ainda sem informações sobre preços ou demais detalhes, a fabricante não confirma nada sobre o modelo, mas podemos esperar por ressaltos semelhantes ao do Mercedes-Benz Classe B, um dos mais novos rivais do carro, que segundo imagens vasadas sobre o teste do modelo BMW, teria a chapada traseira muito semelhante à do concorrente. Um emblema alongado do lado direito da tampa do porta-malas também chama a atenção do publico, levantando duvidas, que quando questionadas à BMW, foram tidas apenas como uma confusão acerca do emblema do nome da versão, que estaria posicionado à direita ao lado da lanterna.

Apostas do Active Tourer



O novo modelo da BMW deve ser o mais apto a disputar a concorrência com o mercado da Mercedes, que está em alta com o lançamento do seu Class B. A proposta da empresa alemã almeja conquistar o publico de todos os veículos da família compacta da Mercedes, considerando desbancar o hatch Classe A, o sedã CLA e o SUV GLA, todos com tração dianteira. O Série 2 Active Tourer será o primeiro carro de tração dianteira lançado na história da BMW, que quebrou uma das maiores tradições da indústria automotiva em sua nova produção. Segundo a empresa, a inovação vem a partir do pedido dos brasileiros por um carro compacto e confortável. Com tração dianteira, o motor pode ser reposicionado e garantir aumento do espaço interno. De qualquer forma, vamos aguardar até Março para descobrir a comodidade do novo modelo.
Apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em Outubro de 2014, o BMW Série 2 Active Tourer encontra-se em fase final de testes e homologações.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Scania mostra ônibus movido com combustível de fezes de ave

Scania mostra ônibus movido com combustível de fezes de ave

As empresas Scania, Brasken, Sulgás e o Consórcio Verde Brasil fizeram uma demonstração na quinta-feira, na cidade de Triunfo (RS), do primeiro ônibus do Brasil movido a biometano, combustível produzido via dejetos agrícolas. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado a receber uma demonstração do ônibus a primeira vez foi no Paraná. De acordo com a empresa o ônibus possui motor Euro 6 e o biometano utilizado é produzido a partir de aves poedeiras. Com 15 metros de comprimento, o veículo tem capacidade para transportar até 120 passageiros, de acordo com a Scania. A Scania afirma que a utilização do biometano é uma tendência promissora. O projeto pretende ajudar a sociedade a resolver dois problemas: a emissão de gases nocivos e uma destinação sustentável para o dejeto de aves (visto que o Brasil é um dos maiores produtores de galinhas do mundo), diz a empresa, em nota. Entre os benefícios do metano estão a redução de até 21 vezes da emissão de gases poluentes no meio ambiente e destinação correta dos dejetos e resíduos sólidos Produção: A usina produtora do biometano recebe os dejetos das galinhas da Naturovos maior produtora de ovos do Sul, que produz 3.500 toneladas de dejetos de aves por mês. Com a quantidade de dejetos recebidos, os geradores da usina conseguem gerar 40 toneladas por dia de biometano. Além do ônibus, o biometano está sendo utilizado para abastecer 40 automóveis dos envolvidos no consórcio desde o ano passado.


As empresas Scania, Brasken, Sulgás e o Consórcio Verde Brasil fizeram uma demonstração na quinta-feira, na cidade de Triunfo (RS), do primeiro ônibus do Brasil movido a biometano, combustível produzido via dejetos agrícolas. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado a receber uma demonstração do ônibus a primeira vez foi no Paraná....

Fonte: Terra
Categoria: Carros Motos

Novo Hyundai Azera chega por R$ 144 mil

Novo Hyundai Azera chega por R$ 144 mil

Um azera renovado e muito mais dinâmico pode chegar no mercado brasileiro ainda neste primeiro semestre pelo preço nada surpreendente de R$ 144 mil. No primeiro lançamento de 2015, a Hyundai trouxe ao solo brasileiro uma versão do sedã com para-choques, saídas de escape e grade redesenhados. A lista de novos equipamentos, que ganhou ainda uma nova central de multimídia de oito polegadas, traz um Azera 2015 muito mais único às concessionarias brasileiras. Será que a empresa acertou nas mudanças para nosso mercado?

Configurações básicas do Azera 2015



Mecanicamente, a Hyundai não provocou grandes mudanças ao novo modelo da linha Azera. Ainda com motor 3.0 V6 de 250 cavalos de potencia e câmbio automático de seis marchas, o modelo conserva seu potencial e desempenho a frente das expectativas, com aceleração de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos, segundo informações expedidas pela própria fábrica. O Hyundai Azera, com visual de luxo, apresenta linhas brancas em acabamento entre o desenho das janelas, além de calotas charmosas, faróis muito mais estreitos do que os modelos conhecidos da empresa e um design minimalista. Alongado e brilhante, o veiculo já apresenta charme em seu visual, sem contar ainda o que ele leva por dentro.

Mudanças realizadas na versão brasileira do Azera 2015



Assim como afirmamos acima, o Azera 2015 é um carro bem alongado, de comprimento chamativo. Na versão remodelada, o veiculo ganhou um centímetro a mais no comprimento, com para-choques redesenhados tanto na parte dianteira quanto na traseira. Outras pequenas mudanças redesenhadas envolvem a grade dianteira, os faróis de neblina e as saídas de escapamento, que foram todos modificados para acompanhar o visual do modelo mais comprido. Em seu interior, as mudanças envolvem a central multimídia, que é a principal novidade do modelo. Com suas oito polegadas, o aparelho é redesenhado em harmonia com o painel, acima da entrada para radio e DVDs. Entre os demais equipamentos posicionados no interior do veiculo, podemos contar com teto solar elétrico, bancos e volante com aquecimento próprio e regulagens elétricas adaptadas, contando com memória, cortina nos vidros traseiros, nove airbags no sistema de segurança, faróis de xenônio para melhor iluminação em estradas com neblina e rodas de 18 polegadas, muito mais amplas do que as projetadas em modelos fora do Brasil. Todo o sucesso do modelo dependerá do atrativo ao público, que poderá contar com a presença do novo Azera no mercado ainda no primeiro semestre de 2015.
No primeiro lançamento de 2015, a Hyundai trouxe ao solo brasileiro uma versão do Azera com para-choques, saídas de escape e grade redesenhados.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

Fiat faz recall por falha no câmbio automatizado Dualogic

Fiat faz recall por falha no câmbio automatizado Dualogic






Funcionamento do sistema de câmbio Dualogic pode apresentar falha Divulgação A Fiat comunicou hoje (23) um recall envolvendo 16 modelos equipados com o sistema de câmbio automatizado Dualogic, fabricados entre 2 de julho e 28 de novembro de 2014. Entre os modelos envolvidos estão Linea Essence e Linea Absolute chassi 1569536 a 1572016, Novo Palio Sporting e Novo Palio Essence, chassi 2236881 a 2245194, Strada Adventure Cabine Estendida e Dupla, chassi 7845988 a 7919023, Grand Siena Essence, chassi 3213714 a 3233830, Punto Essence, Punto Blackmotion e Punto Sporting, chassi  1308365 a 1316168, Idea Adventure e Idea Essence, chassi 2270163 a 2274376, Bravo Essence, Bravo Sporting e Bravo Absolute, chassi 9035650 a 9036482, e Palio Weekend Adventure, chassi 5063909 a 5072141, todos com o opcional Dualogic.

Atendimento gratuito e começa hoje (23) em horário comercial Divulgação/Fiat De acordo com a empresa, foi detectada falha no engate e desengate das marchas pelo sistema de câmbio Dualogic, onde pode acontecer perda de funcionalidade. Caso o problema não seja solucionado, a Fiat informa que com o carro em movimento, existe a possibilidade de acidentes com risco de danos físicos e materiais aos ocupantes e a terceiros. O atendimento terá início em 23 de dezembro de 2014, gratuitamente, por meio de agendamento prévio em qualquer uma das concessionárias autorizadas. Os proprietários dos veículos supracitados podem entrar em contato pela Central de Relacionamento Fiat ou pelos telefones 0800 707 1000 ou 0800 282 1001. A duração média do atendimento ao consumidor para a verificação será aproximadamente 60 minutos e, caso haja necessidade de substituição do atuador, o tempo médio será de seis horas, podendo ocorrer variações, conforme o fluxo de atendimento na concessionária.

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Fonte: R7

TTQ pode ser o nome do novo crossover da Audi

TTQ pode ser o nome do novo crossover da Audi

A Audi tem enfrentado um terrível dilema na iniciativa de batiza seu mais novo lançamento, o modelo TT Offroad, que foi desenvolvido a partir do cupê TT da empresa. A decisão foi abalada pois dois do nomes cogitados para apelidar o veículo já nomeavam modelos do Grupo Fiat-Chrysler Automobiles, indicando versões de seus modelos da Alfa Romeo e da Maserati. Na dúvida, a Audi conta com a probabilidade de usar TTQ para o batismo do novo auto, considerando que a nomenclatura em questão será capaz de agregar uma diferenciação ao modelo baseado no esportivo TT assim como indicar sua vocação e origem. A decisão ainda não é confirmada, mas a possibilidade está em aprovação.

Decisão de produção



A Audi desenvolveu três conceitos diferenciados a partir do cupê TT, considerando que pelo menos um  destes ganharia a produção em série para ser lançado no mercado comercial. Os três modelos para escolha eram o Allroad Shooting Brake, o Sportback e o TT Offroad, que acabou sendo o sortudo a ganhar a produção em série com previsão de estreia para 2017. O primeiro, Allroad Shooting Brake, foi também o primeiro a ser descartado a partir de sua falta de praticidade. Mesmo sendo uma espécie de perua, o modelo acabou sendo desenvolvido com espaço limitado, longe das expectativas da Audi para a nova produção. O Sportback, segundo em questão, também foi descartado pela falta de praticidade, considerando que o acesso ao interior do mesmo era difícil. A decisão, então, coube ao finalista TT Offroad, escolhido para desenvolvimento em série.

Dilema do batizado



O problema com a nomeação do novo modelo da Audi veio com divergências com outras empresas. Seguindo o padrão de nomenclatura da marca, o novo crossover deveria se chamar Q4, seguindo a dinâmica do atual Q3, o cupê com teto mais baixo que tem entrado em competição direta com o BMW X3. No entanto, para quebrar a lógica da Audi, a surpresa veio ao descobrir que os nomes Q2 e Q4 já pertencem ao Grupo Fiat-Chrysler Automobiles, correspondendo a versões de seus veículos. Diante do impasse, a opção foi o nome TTQ, que indicará outras propostas da Audi. O modelo deve usar conjunto hibrido formado por motor 2.0 turbo a combustão combinado com dois elétricos, com cerca de 290 cavalos de potencia, seguindo a linha de raciocínio aplicada em seus antecessores. Porém, detalhes sobre o Audi TTQ ainda não foram divulgados com precisão.
A Audi conta com a possibilidade de usar TTQ para o batismo do novo auto, considerando que essa nomenclatura será capaz de diferenciar do esportivo TT

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

McLaren revela 650S Coupé

McLaren revela 650S Coupé

A McLaren Automotive é uma das fabricantes britânicas de automóveis mais populares no mundo, contando com o desenvolvimento de autos de alto desempenho. Desenvolvendo veículos de rua com tecnologia da Fórmula 1, a empresa é reconhecida por sua ampla visão futurista, livre de clichês na criação do visual e potencial dos carros. Nesta semana, a empresa revelou uma surpresa: A edição limitada do seu conhecido 650S, que celebra o 20º aniversário da vitória do McLaren F1 GTR nas 24 Horas por Le Mans, é concebida este ano. Desenvolvido a partir de projetos da divisão especial da britânica, conhecida como McLaren Special Operations, o novo carro foi desenhado com a colaboração do criador do McLaren F1, Peter Stevens. Ainda camuflada, a máquina deve ser apresentada oficialmente no Salão Automóvel de Genebra, logo no inicio de Março.

Desenvolvimento do 650S



Limitado a produção de apenas 50 unidades, todas no formato cupê, o 650S Le Mans da McLaren conta com o tradicional snorkel (uma entrada de ar bem desenhada) no tejadilho do carro, assim como o modelo de competição no qual se inspirou. O carro está equipado com o mesmo motor V8 3.8 biturbo de até 650 cavalos de potência e 678 Nm de binário, valores que permitem que o veículo acelere do zero e alcance os 100 km/h em apenas três segundos. O alcance máximo de velocidade do 650S é de 333 km/h.

Comparação com o modelo convencional



A edição limitada do 650S entra em comparação direta com o modelo convencional pelas suas enormes diferenças. Começamos com as asas dianteiras desta edição, que têm pequenas entradas de ar que reduzem a pressão sobre as rodas da frente, aumentando a força descendente a potencia do veículo em sua trajetória. O modelo Le Mans também conta com jantes forjadas especificas “Le Mans Edition”, que apresentam 19 polegadas à frente e 20 polegadas atrás, num desenho parecido ao do veículo de 1995. Os pneus também são desenvolvidos em exclusivo para a versão limitada. Com visual diferenciada, inspirado no carro que venceu a lendária prova de resistência francesa, o veículo especial também conta com um logotipo de Le Mans nas jantes, além do número da série limitada no seu interior. O McLaren 650S Le Mans deve ser entregue em meados de 2015, como um convite aos clientes para participarem do plano de festividades dos 20 anos do sucesso na prova das 24 Horas de Le Mans.
Limitado a produção de apenas 50 unidades, todas no formato cupê, o 650S Le Mans da McLaren conta com o tradicional snorkel.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Prévias

29 de jan de 2015

General Motors comemora 90 anos no Brasil

General Motors comemora 90 anos no Brasil

O aniversário do mês é da General Motors, que comemora agora em Janeiro seus 90 anos de história no Brasil. A famosa fabricante começou a produzir veículos no estado de São Paulo, em 1925, com enormes expectativas entre uma revolução automobilística que ocorria na época. Seu aniversário de 90 anos de instalação no território brasileiro traz saudades e ambições, carregando um bom sentimento sobre toda a história construída no universo dos autos no Brasil.

A explosão do café e o crescimento da General Motors



A GM se instalou no período certo em nosso país, erguendo seus alicerces em uma época muito menos ampla no ramo automobilístico. A primeira fábrica da empresa era um galpão no bairro do Ipiranga, em São Paulo, de onde saiam seus primeiros Chevrolets, Buicks, Cadillacs e Olsmobiles, que agora nem estão mais em produção. A grande explosão do café gerava um aumento na economia brasileira, fator que impulsionava o avanço das empresas automobilísticas em suas caminhadas pelo sucesso, principalmente a GM. Nos primeiros passos, ela foi instalada com o nome de Companhia Geral de Motores do Brasil, em 26 de Janeiro de 1925. A linha de montagem, inaugurada oito meses depois, ficava na Avenida Presidente Wilson, número 201, no Ipiranga, próxima da ferrovia Santos-Jundiaí. Montados no Brasil, vindos de kits inteiramente desmontados, os veículos desenvolvidos começaram a ser vendidos logo após sua estreia.

Produção e fabricação de automóveis na época



A produção inicial da GM era de 25 unidades, quando em 1926, já chegava à meta de 40 veículos diários, até crescer ao marco de 50 mil automóveis fabricados por ao em 1927, com produção diária de 150 carros. As fabricações e vendas eram diferentes, contando com 800 funcionários nas linhas de montagem e como agentes de venda. O povo brasileiro sonhava com os carros, e logo após o surgimento da GM, a alta procura por vendas e exposições chamou a atenção do público ao desenvolvimento da empresa. Na primeira exposição da General realizada em São Paulo, compareceram mais de 40 mil pessoas. Com uma metrópole que, naquela época, contava com aproximadamente 700 mil habitantes em sua cidade, parece impossível de acreditar que toda essa gente compareceu ao evento para descobrir o mundo que a GM tinha para oferecer. No país que se apaixona pelo futebol e pelos carros, a trajetória da empresa traduz nossa paixão, sendo de incrível notoriedade para o universo automobilístico. Feliz 90 anos!
Seu aniversário de 90 anos de instalação no território brasileiro traz saudades e ambições, carregando um bom sentimento em todos nós.

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Mercado

Golf Variant ganha versão esportiva a diesel

Golf Variant ganha versão esportiva a diesel

A Volkswagen anunciou nesta quinta-feira que o Golf Variant irá ganhar a primeira versão esportiva a diesel. O Golf GTD (Gran Turismo Diesel) fará sua estreia no Salão de Genebra, na Suíça, que começa no dia 2 de março. Segundo a montadora, o carro será equipado com motor 2.0 l, capaz de gerar 184 cavalos de potência. O propulsor leva o carro de zero a 100 km/h em 7s9 e tem um consumo relativamente baixo, de 22 quilômetros por litro de diesel. O interior do carro terá bancos esportivos de couro, soleiras das portas iluminadas,  além de pedais em aço inoxidável. Por fora, os destaques são as rodas de 17 polegadas que podem ser trocadas por rodas de 18 polegadas em um pacote adicional. De acordo com a Volkswagen, o Golf Variant GTD começa a ser vendido no Reino Unido em abril, com as primeiras entregas sendo realizadas em junho. O preço do veículo ainda não foi divulgado pela marca.


A Volkswagen anunciou nesta quinta-feira que o Golf Variant irá ganhar a primeira versão esportiva a diesel. O Golf GTD (Gran Turismo Diesel) fará sua estreia no Salão de Genebra, na Suíça, que começa no dia 2 de março....

Fonte: Terra
Categoria: Carros Motos

Carros que mais consomem gasolina, segundo Inmetro

Carros que mais consomem gasolina, segundo Inmetro

Um estudo realizado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), a serviço da sociedade brasileira e da análise de medições nos produtos de diversos setores de produção do país, trata sobre as economias e gastos envolvendo combustível no setor automobilístico. Apontando os veículos que mais consomem gasolina entre diversas marcas e linhas, a pesquisa mostra alguns dos carros com maior gasto em combustível, apontando para o desperdício, o prejuízo e ao descuido que o comprador de automóveis deve evitar em sua compra. Os autos relacionados na pesquisa receberam a nota E (pior nota da escala) do Conpet no Programa de Etiquetagem Brasileira para consumo e emissões, em sua categoria especifica, seguindo as estatísticas apontadas em Janeiro de 2015. Os modelos com maior gasto e maior emissão de poluentes compõem a lista, e nessa classificação, constam tanto veículos compactos quanto hatches e sedãs médios, além de monovolumes. Confira os veículos mais gastões da listagem e previna-se contra uma péssima compra em economia:

Lamborghini Aventador



O grande e mal-encarado é o campeão da lista. Custando R$ 2,8 milhões em sua versão cupê e R$ 3,6 milhões para o conversível, o modelo é equipado com um eficiente motor V12 de 700 cavalos, num potencia altamente elevada que garante ao veículo um desempenho notável frente a diversos outros do segmento. Segundo as médias analisadas pelo Inmetro, o carro consome 3,3 km/l de gasolina na cidade e 6,8 km/l na estrada. Considerando seu amplo desempenho em torque, velocidade e potencia, já era de se esperar um grande defeito como esse!

Fiat 500 MultiAir



Com seu pequeno motor 1.4 Flex, a versão favorita entre os compactos moderninhos da linha teve o consumo de 6,9/8,3 km/l em cidades e estradas, respectivamente, no gosto por etanol. No consumo por gasolina, 10/12,1 km/l, não tão econômico mesmo com seu tamanho compacto. Sua configuração Abarth, na versão esportiva de motor 1.4 Turbo, também teve a mesma classificação pelo alto consumo na gasolina.

Decepções entre as novidades

Os modelos mais novos, que ainda nem chegaram no mercado, também entraram na festa: O novo Bravo foi avaliado com 8,9/10,9 km/l com gasolina, em sua versão com câmbio manual. O BMW Série 2 Active Tourer também caiu no conceito da Inmetro, com a nota E pelos valores de 8,8/12,2 km/l com gasolina em cidades e estradas. Parece que as montadoras estão deixando a economia de lado em seus lançamentos de 2015...
Um estudo realizado pelo Inmetro revelou quais são os carros que mais bebem gasolina. Descubra agora!

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Curiosidades

Novo Kia Sorento 2015 avaliação

Novo Kia Sorento 2015 avaliação

O Kia Sorento está mais perto de seus rivais de prêmio do que jamais foi. O styling é inteligente, o interior melhor do que qualquer Kia anteriormente e a combinação da caixa de velocidades / motor é forte. A praticidade melhorou também o torna mais atraente do que nunca para famílias em crescimento e, claro, há a sempre presente garantia de sete anos para que o sentimento de segurança adicional.

No passado, que muitas vezes me senti como o do Kia Sorento prioridades eram mais sobre praticidade e valor do que qualquer outra coisa. Mas com este novo modelo, Kia tentou dar estilo, qualidade e requinte de um faturamento igual.Certamente parece ter funcionado no exterior. O novo design inteligente significa que o Sorento, apesar de seu grande tamanho, não olhar volumosos ou estranho em tudo - ajudado pela grade atualizada e spoiler traseiro.Melhores SUVs e veículos 4x4 para comprar agoraDentro do carro, as coisas parecem mais inteligente ainda. No entanto, bisbilhotar um pouco e os materiais não se sentem tão robusto e bem acabado como o fazem na primeira aparição. Há um pouco de plástico arranhado-olhando ao redor da alavanca de velocidades dos carros de menor especificação e no botão eliminação está longe de ser suave na cabine.

As coisas podem mudar no momento em que o Sorento vai à venda no Reino Unido embora. Nosso carro de teste era apenas uma aproximação grosseira do que os compradores do Reino Unido pode entrar em um modelo KX-2 mid-range com alguns pedaços faltando, mas ainda era um lugar agradável para se estar e mostra movimento contínuo da marca para a frente.
O que é impressionante, porém, é o refinamento do novo modelo. De dentro do carro, o diesel de 2.2 litros é quase inaudível e foi apenas a rotações mais altas, onde o ruído do motor se tornaram intruso. Esse refinamento não se estende ao ruído do vento, o que não é ajudado pelos bastante grandes espelhos retrovisores.


Atualizado motor diesel de 2.2 litros do Sorento com o manual de seis velocidades vai de 0-62mph em nove segundos e, cerca de meio segundo mais rápido que o modelo automático. A caixa de câmbio é satisfyingly suave e do motor, com a sua 441Nm de torque, oferece mais energia suficiente. O corpo está bem controlada em torno dos cantos para um carro de tamanho e peso do Sorento.

Optando pela caixa de velocidades manual sobre a opção automática também ajuda a reduzir os custos de execução como as emissões de cair de 174g / km no auto de 149g / km nos carros manuais de nível de entrada em rodas de 17 polegadas. Economia cai para 49.5mpg a partir da figura auto thirstier de 42.8mpg. Nosso carro, em maiores rodas de 18 polegadas, é provável que seja um pouco menos econômico que esses números de entrada.


Uma coisa que é clara desde o primeiro sentado no Sorento é o quão grande ele se sente. Você pode superar isso até certo ponto, optando por um modelo de especificação superior como você vai ter a nova câmera de visão de 360 ??graus, o que deve fazer manobrar o grande SUV um pouco mais fácil. Os sensores de estacionamento no nosso carro também ajudou. 

A direção da luz também ajuda quando se deslocam a Sorento em lugares apertados. Embora a falta de peso no leme não é tão útil em velocidades mais altas, onde a roda nunca se sente como se tivesse bastante ponderado o suficiente. Flick o carro no modo esporte, o que reduz a quantidade de assistência de direção, e as coisas melhoram.
Não é apenas a aparência e requinte que foram melhoradas nesta última Kia Sorento. O fabricante também elevou as apostas praticidade, com bootspace crescendo de 515 litros no carro de partida para 605 litros com a terceira fileira de bancos rebatidos. A segunda fileira de assentos dobra completamente plana, tornando mais fácil a deslizar mais objetos em. Mas isso não é tudo, Kia adicionou um compartimento de armazenamento de piso do piso da bagageira também.
Espaço na parte traseira para os passageiros também é impressionante, com espaço suficiente para as pernas e para o mais alto dos ocupantes. A terceira linha também tem muito espaço para as crianças, embora o piso elevado significa adultos vão se sentir como se seus joelhos estão em torno de suas orelhas. Geralmente, porém, o Sorento é um grande ajuste para a vida familiar.Ficha técnica
  • Motor: 2.2 litros de 4 cilindros turbodiesel
  • Transmissão: manual de seis velocidades, tração nas quatro rodas
  • Força / Torque: 197bhp / 441Nm
  • 0-62mph velocidade / top: 9.0s / 126 mph
  • Economia / CO2: 49.6mpg / 151g / km (est)
  • À venda: abril 2015




Fonte: Carros Novos

Preço do seguro de carros deve subir em 2015

Preço do seguro de carros deve subir em 2015



Companhias praticaram preços abaixo da média do mercado em 2014 Getty Images As seguradoras de carros que aproveitaram a alta dos juros para ganhar espaço com preços mais agressivos já estão tirando o pé do acelerador e retomando uma postura de maior cautela. Sustenta esse movimento, segundo executivos ouvidos pela reportagem, pressões vindas por parte do aumento dos índices de roubo em grandes capitais, principalmente no período de Copa, inflação elevada no segmento de peças e maior requerimento de capital devido às regras de solvência no setor. Depois de um ano de muita concorrência no mercado de seguros de automóveis, com algumas companhias praticando preços abaixo da própria média de mercado, a expectativa é de que os consumidores paguem mais caro nas renovações das apólices em 2015. Dentre os players que apresentaram os crescimentos mais agressivos, segundo números do mercado, estão as japonesas Mitsui Sumitomo e Tokio Marine e a Bradesco Seguros com taxas superiores a 30% no acumulado do ano até outubro. Apesar de alguns casos fora da curva, a maior concorrência associada à queda nas vendas de veículos neste ano fez com que o desempenho do setor de seguros de automóveis desacelerasse o ritmo de expansão para menos da metade. De janeiro a outubro, os prêmios do segmento totalizaram mais de R$ 26 bilhões, montante 7,7% maior ante igual intervalo do ano passado. Em 2013, segundo dados da consultoria Siscorp, o setor cresceu 19%. O diretor de auto da Porto Seguros, Marcelo Sebastião, afirma que haverá menos concorrência no próximo ano. — Com o mercado crescendo 7,7% e a sinistralidade 15% fica claro que de fato estamos com um desequilíbrio. Avanços muito acelerados são preocupantes, mas o cenário não é para guerra de preços em 2015. Para 2015, a expectativa da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), de acordo com o executivo, é de que os prêmios de seguro automóvel mantenham o ritmo de crescimento e avancem ao menos 8%, impulsionados por preços em patamares mais "razoáveis" e pelo cenário de ajustes pelo qual o Brasil passará em 2015. — O mercado de seguros de auto cresce bastante em períodos de crise porque as pessoas ficam preocupadas em proteger seu bem. Há oportunidades para crescer.

Fonte: R7

Teste do Audi A4 e Audi A5, com motor 1.8 turbo FSI

Teste do Audi A4 e Audi A5, com motor 1.8 turbo FSI

Não está fácil para ninguém. Mesmo no segmento premium, o menos afetado pela retração que atingiu o setor automotivo brasileiro no ano passado, a concorrência anda feroz. E os fabricantes não param de apresentar novidades. É o caso da Audi. A marca alemã, que teve impressionantes 90% de crescimento nas vendas em 2014 em relação ao ano anterior, resolveu sair na frente em 2015. Acaba de apresentar a primeira novidade do ano no mercado nacional. Trata-se da nova motorização 1.8 turbo TSI, que passa a mover o A4 – tanto o sedã quanto a perua Avant – e o cupê de quatro portas A5 Sportback.

O novo motor se propõe a ser uma evolução em termos de eficiência energética em relação ao que era adotado no A4 e no A5 – um 2.0 TFSI de 180 cv. A proposta do atual propulsor – que segue as normas de emissão de poluentes Euro 6 – é oferecer desempenho similar ao anterior, mas com redução no consumo de combustível e nas emissões. Para obter esse resultado, o 1.8 Turbo FSI combina uma injeção direta FSI com uma injeção indireta MPI – que é usada em situações de utilização parcial, reduzindo consumo e emissões. Quando acelerador é solicitado mais fortemente, a injeção direta é ativada. O peso do “powertrain” foi reduzido em 3,5 kg e ambos os modelos incorporam agora a função Start/Stop, que desliga o motor quando o carro é parado e religa automaticamente quando o motorista libera o pedal do freio. Segundo a Audi, os novos sistemas permitem economia de combustível da ordem de 21%.  Embora tenha potência máxima 10 cv menor que o antigo – atinge 170 cv –, o torque máximo ficou nos mesmos 32,6 kgfm. Só que agora chega um pouco mais cedo, já em 1.400 rpm. Antes, surgia em 1.500 giros e permanecia disponível até 3.900 rpm – no motor novo, fica disponível até os 3.700 rotações. No desempenho, os números da motorização antiga e da atual ficam praticamente iguais. No A4, o zero a 100 km/h agora é feito em 8,3 segundos – antes, eram 8,2 s. A velocidade final, que era de 226 km/h, agora fica em 225 km/h. Já no A5, o zero a 100 km/h caiu de 8,6 segundos para 8,4 s. E a final caiu de 222 km/h para 220 km/h. Ou seja, segundo a Audi, uma considerável redução em termos de consumo e emissões gerou mínimas variações de performance. O câmbio continua a ser o continuamente variável Multitronic, com oito marchas simuladas, tanto no A4 quanto no A5. E a tração permanece dianteira.

Além do 1.8 turbo FSI e do Start/Stop, as demais novidades no A4 e no A5 são bastante pontuais. O A4 incorpora agora sensor de estacionamento traseiro, sensor de luz e chuva, novos frisos nos vidros e rodas aro 18 na versão “top” Ambiente. Por dentro, o maior diferencial do sedã é o volante multifuncional com shift-paddles, que agora tem a mesma base aplanada das versões esportivas RS da própria Audi. Já no A5, o volante continua redondo e as rodas são sempre de 17 polegadas, mas o modelo oferece na versão Ambiente o rádio MMI Plus com sistema de navegação e o Audi Connect, que disponibiliza várias funções de informação e entretenimento – inclusive imagens do Google Earth e do Google Maps Street View. O sistema ainda oferece Wi-Fi a bordo, que permite conectar à internet dispositivos móveis, além de ter um disco rígido com capacidade para 20 Gb, para armazenar mapas, músicas e o que mais o motorista quiser. O sedã A4 vendeu 1.600 unidades no Brasil em 2014, enquanto o A5 vendeu pouco mais da metade disso no mesmo período. É justamente a abrangência proporcionada pelos dois modelos, destinados a consumidores distintos, que ajuda a Audi a ser mais competitiva no segmento. A marca não fala em expectativas de vendas para a linha 2015. O sedã A4 sai por R$ 138.990 na versão Attraction e por R$ 147.990 na versão Ambiente. Já o A5 Sportback parte de R$ 155.990 na versão Attraction e atinge R$ 167.990 na topo de gama Ambiente.

Ponto a ponto

Desempenho – O sedã A4 tem relação peso/potência de 8,64 kg/cv, enquanto a do A5 fica em 8,97 kg/cv – o Sportback é 55 kg mais pesado. Em ambos os casos, a relação entre os quilos e o vigor do motor possibilita um bom comportamento dinâmico. Embora mais pesado, o A5 se vale de ser mais baixo e ter melhor aerodinâmica para equilibrar a disputa. Nos dois modelos, o câmbio CVT consegue tirar muito bom proveito do propulsor de 170 cv. Os shift-paddles ajudam quem gosta de ter mais controle sobre as reações do câmbio que, apesar de ser CVT, simula oito velocidades. Em relação à motorização anterior, A4 e A5 dão a impressão de estarem mais “espertos”. Nota 9 para ambos. Estabilidade – Tanto no A4 quanto no A5, o comportamento das suspensões é bastante agradável. No A4, mais voltado para o conforto, o conjunto filtra as irregularidades e mantém o interior bem isolado. A versão avaliada, a Ambiente, tinha rodas de 18 polegadas, que também colaboram nesse quesito. Já no A5, mesmo com rodas aro 17, a altura menor e a suspensão mais enrijecida oferecem um comportamento dinâmico mais instigante. Mas os dois modelos transmitem percepção de grande estabilidade e uma reconfortante sensação de segurança. Nota 10 para ambos. Conforto – O A4 é confortável. O espaço interno é bem decente para um sedã médio e o bom entre-eixos de 2,81 metros mostra seu valor. Os bancos são acolhedores, exceto o do passageiro central traseiro, menos amistoso. O interior é bem silencioso. Já no A5, o foco não está tanto no conforto, e sim na esportividade. O nível de ruído do motor no habitáculo é propositalmente maior. A suspensão um pouco mais enrijecida também deixa o A5 ligeiramente menos confortável que o A4. Nota 9 para o A4 e nota 8 para o A5.

Interatividade – Os controles do A4 e do A5 têm uma boa ergonomia e não é difícil se acostumar com eles. No volante multifuncional, é possível controlar som, telefonia e navegação. As “borboletas” atrás do volante permitem que o motorista faça com grande facilidade as mudanças nas marchas simuladas do câmbio CVT. Nota 9 em ambos. Consumo – Durante o teste, realizado predominantemente em rodovias, o A4 avaliado fez uma média de 12 km/l e o A5 obteve 11,5 km/l. Os resultados obtidos ficaram uns 30% abaixo dos prometidos pela Audi, mas são decentes para modelos desse porte e com tal motorização. Nota 8 para ambos. Tecnologia – No A4, os destaques tecnológicos são o volante multifuncional com paddle-shifts, ar-condicionado automático, computador de bordo, controle de cruzeiro, sistema Start/Stop, sensor de luz e chuva, sensor de estacionamento traseiro, freio de estacionamento eletromecânico, Audi Sound System com Bluetooth e Radio Symphony e o Audi Music Interface na versão Ambiente. Já no A5, além de alguns dos itens que aparecem no A4, destacam-se faróis bi-xenônio com luzes diurnas de leds, computador de bordo com display colorido, espelho retrovisor com função antiofuscante, Audi Connect com Bluetooth, Audi Music Interface e DVD. Juntos, os dois veículos formam verdadeiro “showroom” de modernas tecnologias automotivas. Nota 9 para ambos.

Habitabilidade – Os espaços no interior de ambos os modelos são generosos. O ângulo de abertura das portas é bom, e os porta-malas levam os mesmos 480 litros. Nos dois, os porta-objetos são razoavelmente funcionais.  No caso do A4, a base aplanada do volante favorece a entrada e a saída do motorista. Já no A5, que por ser 4 cm mais baixo já tem um acesso ligeiramente mais complicado, o volante com base aplanada também facilitaria a entrada e saída do motorista – mas estranhamente não está disponível no cupê. Nota 9 para o A4 e 8 para o A5. Acabamento – No A4 ou no A5, os revestimentos e acabamento aparentam boa qualidade, com simpáticos detalhes em alumínio. Tudo agradável ao toque e num padrão digno de modelos de marca premium. Nota 9 para ambos. Design – O Audi A4 é um sedã simpático, mas de estilo bastante conservador, tipicamente germânico. Uma proposta coerente com as expectativas do consumidor de sedãs no segmento premium, que valorizam o requinte a imponência. Mas carece um pouco de ousadia e originalidade. Já o A5 Sportback exibe um aspecto mais dinâmico e arrojado, que confere um ar mais jovial ao modelo e lhe rendeu diversos prêmios de design ao redor do mundo. Nota 7 para o A4 e nota 8 para o A5.
Custo/Benefício – A Audi se notabilizou por diversos predicados de seus modelos que se tornaram notórios – ter preço baixo nunca foi um desses predicados. A Audi foge do preço “a partir de”, comum nos modelos iniciais das concorrentes BMW e Mercedes-Benz. Assim, A4 sai por R$ 138.990 na versão Attraction e por R$ 147.990 na versão Ambiente. Já o A5 Sportback é ainda mais “salgado” – custa cerca de 13% a mais que o sedã. Parte de R$ 155.990 na versão Attraction e vai a R$ 167.990 na Ambiente. São carros caros, mas os 90% de crescimento nas vendas que a Audi obteve em 2014 em relação ao ano anterior indicam que o preço elevado não está atrapalhando os negócios. Nota 6 para o A4 e nota 5 para o A5. Total – O Audi A4 sedã somou 85 pontos em 100 possíveis e o Audi A5 Sportback totalizou 83 pontos em 100 possíveis.

Primeiras impressões

São Paulo/SP - O teste de apresentação do sedã A4 e do cupê A5 foi realizado em um circuito de 150 km, entre o bairro dos Jardins, na capital paulista, e a cidade de Itupeva, pela Rodovia dos Bandeirantes. Ao longo da avaliação dinâmica, os dois modelos mostraram mais semelhanças do que diferenças. O que não é de se estranhar, já que o sedã A4 e o A5, a grosso modo, são o mesmo carro. Partilham plataforma, trem de força e partes da carroceria e interior. Se diferenciam nos detalhes e nos ajustes, desenvolvidos de forma diferenciada para atender diferentes tipos de consumidor.  No caso do sedã, foram privilegiados fatores como conforto e isolamento acústico. Assim, a suspensão é mais macia e o som vindo do motor chega bem atenuado no habitáculo. Já no A5, a própria carroceria Sportback – onde a tampa do porta-malas dá acesso à cabine – favorece que o modelo seja um pouco mais rumoroso. O que não chega a incomodar tanto num veículo de proposta mais esportiva, onde o som do ronco do motor normalmente tem um efeito estimulante sobre o motorista. O próprio sistema de escape do cupê tem um desenho diferente, que ajuda a produzir uma sonorização mais instigante, que amplia a percepção de esportividade.
Dinamicamente, as diferenças entre os dois modelos são bastante sutis. As retomadas de zero a 100 km/h  são praticamente as mesmas. A altura reduzida – é quase 4 cm mais baixo que o A4 – e o melhor perfil aerodinâmico proporcionado pela carroceria, aliados a ligeiros ajustes no câmbio CVT do cupê, dão ao A5 uma sensação de esportividade maior que a do sedã, embora as performances dos dois modelos sejam praticamente idênticas – zero a 100 km/h em 8,3 segundos no sedã e 8,4 s no cupê. A velocidade final é também quase igual – 225 km/h no A4 e 220 km/h do A5. Isso apesar dos 55 kg a mais que o A5 pesa em relação ao A4 – são 1.525 kg no cupê e 1.470 kg no sedã. Ou seja, a melhor aerodinâmica do A5 quase compensa seu peso superior e equilibra bastante a disputa entre os dois Audi. Em ambos os modelos, o novo motor 1.8 turbo FSI foi bem-vindo. O propulsor 1.8 turbinado se revela bastante elástico e bem entrosado com o câmbio CVT de 8 marchas simuladas. E a economia de combustível, se atingir os 21% que a Audi afirma, será bastante expressiva. Um detalhe que faz uma diferença positiva para o A5 em termos dinâmicos está no ajuste da suspensão. O conjunto mais rígido, combinado com a altura um pouco menor, dá ao cupê Sportback um comportamento mais instigante nas curva feitas em alta velocidade, já que o carro aderna ligeiramente menos – embora ambos sejam bastante equilibrados e transmitam sensação de confiabilidade.

Ficha técnica

Audi A4 e Audi A5 Sportback 1.8 TFSI

Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.798 cm³, quatro cilindros em linha, turbo, quatro válvulas por cilindro e sistema de abertura variável de válvulas. Injeção direta e acelerador eletrônico. 
Transmissão: Câmbio CVT com oito marchas simuladas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle de tração.
Potência máxima: 170 cv entre 3.800 e 6.200 rpm.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 8,3 segundos (8,4 s).
Velocidade máxima: 225 km/h (220 km/h).
Torque máximo: 32,6 kgfm entre 1.400 e 3.700 rpm.
Suspensão: Dianteira independente em alumínio do tipo Multilink com cinco braços e amortecedores a gás. Traseira do tipo trapezoidal com quatro pontos de apoio e amortecedores a gás. Barras estabilizadoras na frente e atrás. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus - A4: 225/50 R17 na versão Attraction e 245/40 R18  na versão Ambiente.
Pneus - A5: 225/50 R17 para ambas as versões.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. ABS, EBD, assistente de frenagem de emergência e controle de frenagem em curvas. 
Carroceria: Sedã em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,70 (4,71) metros de comprimento, 1,82 m (1,85) de largura, 1,42 m (1,39) de altura e 2,80 m (2,81) de distância entre-eixos. Airbags frontais, laterais e do tipo cortina.
Peso: 1.470 kg (1.525 kg).
Capacidade do porta-malas: 480 litros.
Tanque de combustível: 63 litros.
Produção: Ingolstadt, Alemanha.

Itens de série e Preços

A4 Attraction: acabamento interno "platinum", bancos, alavanca de câmbio e volante multifuncional com paddle-shifts revestidos em couro, apoio de braço dianteiro e de lombar com ajuste elétrico para os bancos dianteiros, banco do motorista com ajuste elétrico, ar-condicionado automático, computador de bordo, controle de cruzeiro, sistema start/stop, sensor de luz e chuva, rodas de 17 polegadas, faróis de neblina, lanternas traseiras em led, sensor de estacionamento traseiro, freio de estacionamento eletromecânico, Audi Sound System com Bluetooth e Radio Symphony.
Preço: R$ 138.990.
A4 Ambiente: adiciona bancos dianteiros com ajustes elétricos, teto solar, rodas de 18 polegadas e Audi Music Interface.
Preço: R$ 147.990
Opcionais: pintura metálica/perolizada e rádio MMI Plus com sistema de navegação. A5 Attraction: acabamento interno "platinum",alavanca de câmbio e volante multifuncional com paddle-shifts revestidos em couro, bancos em couro Milano, apoio de braço dianteiro e de lombar com ajuste elétrico para os bancos dianteiros, bancos dianteiros com ajustes elétrico, vidros laterais e traseiro com isolante térmico, ar-condicionado automático, computador de bordo, controle de cruzeiro, sistema start/stop, sensor de luz e chuva, rodas de 17 polegadas, faróis de neblina, faróis bi-xenônio com luzes diurna de leds, lanternas traseiras em leds, freio de estacionamento eletromecânico, Audi Sound System com Bluetooth e Radio Symphony.
Preço: R$ 155.990
A5 Ambiente: adiciona computador de bordo com display colorido, espelho retrovisor com função antiofuscanete, sensor de luz e chuva, teto solar, sensor de estacionamento traseiro, Audi Connect com Bluetooth, Audi Music Interface, DVD e 
Preço: R$ 167.990
Opcionais: pintura metálica/perolizada.

Autor: Luiz Humberto Monteiro Pereira (Auto Press)
Fotos externas (A4 em vermelho e A5 em branco): Luiz Humberto Monteiro Pereira/Carta Z Notícias
Fotos internas (o A4 tem o volante reto na parte inferior): Divulgação

Dupla dinâmica - Na linha 2015, Audi A4 e Audi A5 incorporam o tecnológico motor 1.8 turbo FSI

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes

Teste do Ford Ka+ (Sedan) SEL 1.5

Teste do Ford Ka+ (Sedan) SEL 1.5

A Ford tem planos globais ambiciosos. A marca  é atualmente a terceira mais vendida do mundo – perde para Toyota e Volkswagen, que ocupam o primeiro e o segundo lugar, respectivamente. Mas a fabricante norte-americana quer bater a concorrente alemã e se fixar na vice-liderança do globo. Para crescer seus emplacamentos no Brasil, a Ford apostou todas as suas fichas no lançamento do novo Ka, no ano passado. A estratégia incluiu o surgimento da versão de três volumes do compacto, mundialmente inédita. A expectativa é vender cerca de 5 mil unidades/mês do sedã. Número que, surpreendentemente, foi quase conquistado em dezembro último, com a comercialização de 4.199 unidades já em seu segundo mês fechado nas concessionárias. E um dos destaques desta carroceria sedã é a versão SEL, que chama atenção pela lista extensa de itens de série e por compartilhar não apenas a plataforma, mas também o motor 1.5 Sigma do New Fiesta – também vendido nas carrocerias hatch e sedã.

Veja também:

  • Impressões dos novos Ford Ka e Ka+ Sedan
  • Teste do Ford Ka (Hatch) 1.5 SEL
O Ka+ chegou ao mercado brasileiro em meados de outubro e inaugurou na gama Ka este motor 1.5 litro. O propulsor bicombustível tem bloco de alumínio, duplo comando no cabeçote e é capaz de render 105 cv e 14,6 kgfm de torque com gasolina no tanque. Já quando abastecido com etanol, os números sobem para 110 cv e 14,9 kgfm de torque. A transmissão é sempre manual de cinco velocidades. Pelo menos por enquanto, não existe previsão de inclusão de opção sem o pedal da embreagem, como já acontece com todos os outros carros de passeio da marca.  Além de ostentar a motorização mais potente da linha Ka, a versão SEL inclui uma lista de equipamentos de série não apenas à altura do posto de topo de gama, mas também digna de um modelo de categoria superior. Principalmente no que diz respeito à segurança. Ela traz de série os controles eletrônicos de tração e estabilidade e o assistente de partida em rampa. Além disso, já engloba “comodidades”  que alguns concorrentes ainda vendem como opcionais. Como ar-condicionado, vidros, travas e direção elétricos, computador de bordo e volante e banco do motorista com regulagem de altura.

Outro ponto de destaque do Ka+ SEL 1.5 é o sistema de entretenimento Sync, mais um item de série. O equipamento conta com comandos por voz, Bluetooth e entradas USB/AUX. E trouxe uma novidade ao mercado nacional: há nesta versão o assistente de emergência, que liga sozinho para o Sistema de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU – em caso de acidentes graves. Para funcionar, é preciso que um celular esteja pareado ao veículo, usando a conexão Bluetooth. Em caso de acionamento do airbag ou do sistema de corte de combustível, o Sync realiza, sozinho, uma chamada automática através do telefone para o 192. Uma mensagem introdutória então é transmitida, comunicando o acidente e as coordenadas de localização do veículo por GPS. Em seguida, o microfone é aberto e o atendente pode falar com os ocupantes do veículo, caso estejam conscientes. Em compensação, alguns equipamentos já ofertados em sedãs compactos não aparecem sequer como opcionais no Ka+, ficando restritos apenas à compra direta com a concessionária, como acessórios. Caso de retrovisores com ajustes elétricos, sensor de estacionamento traseiro e câmara de ré, por exemplo. De qualquer forma, com preço de venda a partir de R$ 48.890, o Ka+ SEL 1.5 tem uma das melhores relações custo/benefício do mercado nacional. Entre os sedãs compactos vendidos por aqui abaixo dos R$ 50 mil, é um dos que dispõem de uma lista de equipamentos mais tecnológica.

Ponto a ponto

Desempenho – O Ka+ é um sedã compacto que pesa 1.048 kg. Ou seja, trata-se de um três volumes leve. E o motor 1.5 Sigma de até 110 cv e 14,9 kgfm de torque com etanol no tanque da configuração SEL é mais que suficiente para mover o modelo com certa agilidade tanto nas estradas quanto no tráfego urbano. Com 25 cv e 4 kgfm de torque a mais que o propulsor 1.0 de três cilindros que equipa as versões de entrada, trata-se de um trem de força com uma boa relação peso/potência, de 9,5 kg/cv. Um número que explica o comportamento lépido do modelo. Nota 8. Estabilidade – O Ka+ segue a direção apontada pelo motorista sem grandes problemas, pedindo poucas correções na direção e, mesmo assim, somente quando levado perto de seus limites. As rolagens de carroceria são controladas – até mais que o esperado em um três volumes – e a direção elétrica consegue ser extremamente leve em manobras de estacionamento e ganha mais firmeza conforme o ponteiro da velocidade sobe. Além disso, na versão 1.5 SEL, trata-se do sedã mais barato no Brasil com controles eletrônicos de tração e estabilidade de série, o que aumenta a sensação se segurança. Nota 8. Interatividade – Tudo é simples no Ka+ 1.5 SEL. Os comandos essenciais para o motorista são bem localizados e com acesso fácil. O painel de instrumentos é legível, com todas as informações em posições e tamanhos que ajudam a interação do condutor com o veículo sem ameaçar a atenção que deve se ter no trânsito. A versão SEL tem volante multifuncional que controla o dispositivo multimídia Sync e a visibilidade – tanto traseira quanto dianteira – é condizente com o segmento. Só fica a dever mesmo retrovisores elétricos, estranhamente disponíveis apenas como acessório nas concessionárias. Nota 8.

Consumo – Aferido pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem do InMetro, o Ka+ 1.5 SEL registrou médias de 7,9 km/l e 9,5 km/l com etanol e 11,5 km/l e 13,6 km/l com gasolina, respectivamente, nos ciclos urbano e rodoviário. Os números renderam nota “A” dentro no segmento e “B” no geral e um índice de consumo energético de 1,75 MJ/km. Nota 8. Conforto – O conjunto suspensivo do Ka absorve bem as imperfeições do asfalto e o barulho do motor não invade o habitáculo de maneira irritante. Há espaço suficiente para transportar quatro adultos com facilidade. Um quinto elemento, porém, compromete o conforto dos demais ocupantes do banco traseiro – como ocorre em qualquer compacto. Os assentos, aliás, são um tanto rígidos demais e parecem pouco indicados para percursos mais longos. Nota 7. Tecnologia – O Ka+ é parte de um projeto global e bem novo da Ford. Ele compartilha a plataforma – inclusive eletrônica – com o New Fiesta e o utilitário EcoSport. É exatamente isso que o permite ser um compacto de entrada com tecnologias dignas de modelos mais sofisticados, como controles de estabilidade e tração ou assistente de partida em rampa. Na versão SEL, o sistema multimídia Sync é item de série e traz comandos de voz, lê SMS, opera aplicativos para celular e faz chamada sozinho para o SAMU em caso de acidentes. Ar-condicionado e direção, travas e vidros elétricos nas quatro portas também vêm de fábrica nesta configuração. Nota 8.

Habitabilidade – É fácil entrar e sair do Ka+ devido a seu bom ângulo de abertura nas quatro portas. Há numerosos e bons porta-trecos espalhados pela cabine que recebem bem objetos como carteira, latas, garrafas de água, chaves e telefone celular, por exemplo. O porta-malas abriga dignos 445 litros. Nota 7. Acabamento – Há muito plástico no interior do Ka+. Mesmo se tratando da versão de topo da linha Ka, a SEL 1.5 não impressiona nesse quesito. De qualquer forma, os encaixes bem feitos e os materiais utilizados não aparentam falta de qualidade. O console central tem pintura prateada e os botões são organizados simetricamente. Neste ponto, lembra o interior do Ford New Fiesta. Nota 6. Design – A grande grade trapezoidal, integrante do estilo Kinetic 2, garante certa robustez ao modelo e reforça a identidade visual que a fabricante americana vem adotando em todos os seus modelos. O perfil destaca a linha de cintura alta e ascendente. Nesta versão, chama atenção também as rodas de liga leve de 15 polegadas de série. Só o que tira um pouco do charme do sedã – assim como acontece no hatch – é a traseira. As lanternas são um tanto “genéricas” – não têm muita personalidade. Nota 7.
Custo/benefício – O Ka+ SEL 1.5 custa R$ 48.890. Frente aos concorrentes, é o único que traz controle eletrônico de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa. O Volkswagen Voyage equipado à altura, na versão Comfortline – que não é a de topo –, chega a R$ 53.480, enquanto um Fiat Grand Siena 1.6 Essence com sistema de som com Bluetooth é vendido por R$ 50.865. Um Chevrolet Onix 1.4 LTZ em condições similares sai por R$ 54.470, enquanto a Hyundai pede pelo HB20S Comfort Plus 1.6 com 128 cv R$ 48.565. O Renault Logan Dynamique 1.6 com central multimídia com tela sensível ao toque e GPS parte de R$ 50.180, mas tem ar-condicionado digital e piloto automático, que não são disponibilizados nem como opcionais no Ka+. Nota 7. Total – O Ford Ka+ 1.5 SEL somou 74 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir

À primeira vista, o Ford Ka+ se mostra um sedã compacto comum. A frente lembra um pouco a do New Fiesta, com quem compartilha a plataforma, mas percebe-se de cara que se trata de um modelo inferior a ele. De qualquer forma, o design agrada. A traseira tira um pouco da personalidade robusta e do “status” de lançamento, já que as lanternas são bem comuns e destoam do resto do carro.  Assim como a estrutura, a versão de topo SEL 1.5 do Ka+ utiliza também o motor 1.5 do New Fiesta – sendo que neste caso, ele é de entrada. Posto à prova, ele não chega a surpreender no três volumes lançado no fim do ano passado, mas é capaz de movimentar bem o carro nas ruas, estradas e até em subidas mais íngremes. Mas o torque de 14,9 kgfm com etanol só aparece em 4.250 rpm, o que exige reduções de marcha em ultrapassagens e retomadas de velocidade para que elas sejam feitas com segurança e agilidade.
A suspensão é firme, mas não chega a atrapalhar o conforto dos passageiros. As irregularidades das ruas brasileiras são filtradas com eficiência e a estabilidade parece ser constante, mesmo em velocidades mais elevadas. Além disso, para qualquer exagero que possa ser cometido pelo motorista, o Ka+ SEL conta com controles eletrônicos de tração e estabilidade, um baita diferencial no segmento em que atua. Trata-se do sedã mais barato nacional com essa tecnologia – que fica disponível já a partir da configuração 1.0.  A direção é elétrica e progressiva. Deste modo, se mostra extremamente leve para manobras em velocidades baixas – como as de estacionamento – e ganha peso proporcionalmente às subidas do ponteiro do velocímetro. Outro detalhe que ajuda o motorista é o assistente de partida em rampas, que mantém o carro parado por alguns segundos em subidas, depois que se tira o pé do freio. Porém, não há sensores de estacionamento ou câmara de ré como itens de série, equipamentos que já começam a fazer parte da lista de alguns modelos compactos nacionais. Os retrovisores são manuais, o que também decepciona na interatividade. E não é coerente com a imagem moderna e tecnológica que a Ford tenta passar com o Ka+ desde seu lançamento.

Ficha técnica

Ford Ka+ SEL 1.5

Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.498 cm³, quatro cilindros em linha, duplo comando no cabeçote e quatro válvulas por cilindro. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Controle eletrônico de tração. 
Potência: 105/110 cv com gasolina/etanol a 6.500 rpm. 
Torque: 14,6/14,9 kgfm com gasolina/etanol a 4.250 rpm.
Diâmetro e curso: 79 mm X 76,4 mm.
Taxa de compressão: 11,1:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira semi-independente por eixo de torção, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos. Controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/55 R15. 
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. ABS com EBD e assistência de frenagem. Possui assistente de partida em rampas. 
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,26 metros de comprimento, 1,70 m de largura, 1,53 m de altura e 2,45 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais de série.
Peso: 1.048 kg. 
Capacidade do porta-malas: 445 litros. 
Tanque de combustível: 51,6 litros. 
Produção: Camaçari, Bahia, Brasil. 
Lançamento mundial: 2014.
Lançamento no Brasil: 2014.
Itens de série: volante com regulagem de altura, computador de bordo, desembaçador traseiro, direção elétrica progressiva, porta-malas com abertura elétrica, chave com telecomando para abertura e fechamento das portas, travas elétricas e vidros elétricos, ar-condicionado, sistema Sync, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, rodas de liga leve aro 15, faróis de neblina, alarme, ajuste de altura do banco do motorista e lanternas traseiras escurecidas.
Preço: R$ 48.890.

Autor: Márcio Maio (Auto Press)
Fotos: Isabel Almeida/Carta Z Notícias

Na soma dos detalhes - Ford Ka+ SEL 1.5 une a força do motor Sigma 1.5 com itens de série de categorias superiores

Fonte: Salão do Carro
Categoria: Testes